segunda-feira, março 26, 2018

Quem leu leu, que não leu não lê mais, pois acabo de guardar nos rascunhos aquele post pré primeiro date da minha vida. Ele é só meu agora.

Gente, esse negócio de sentimentos. Que coisa, né.


Ai, transbordei mesmo. Esse lance de eu me interessar por uma pessoa já interessada em mim ainda é tão novo que acho que me apaixonei pela situação. Sabe, idealizei bastante, me apropriei de tudo que aprendi na TV e nos livros, me enchi de, sei lá, efusividade e pari aquele texto.

Voltei pra ler aquilo que escrevi e achei assustador. Acho que se o @ cai naquele texto, foge pra bem longe. Eu menti naquele texto? Não menti. Mas dois encontros depois, muitas conversas honestas, propostas indecentes que eu adorei e uma DR, acho que já estou mais tranquilo e posso entender melhor meus sentimentos.

É uma morte tão horrível e maravilhosa que eu nem sei que conselho daria pra quem por acaso estivesse pensando "Humn... Será que esse negócio de sentimentos românticos vale a pena?". Não sei mesmo.

***

Ele pegou minha mão no cinema.

A gente estava dividindo uma pipoca e por uns vinte minutos de filme eu tinha até esquecido que estava num date e acho que, se não fosse aquela mão procurando pela minha de repente, acho que era capaz de continuar tudo na mesma até o final. Deus abençoe aquela mão desesperada. Eu agarrei com vontade, foi meio estranho, os dedos não estavam bem posicionados e eu tive vergonha de não saber nem segurar uma mão. Teve um momento que eu falei "Meu Deus, pera" e devagarzinho ajeitei os dedos. Primeiro um dedo dele, depois um meu, um dele, um meu. Organizando direitinho, deu espaço pra todo mundo.

Talvez vocês que já estão acostumados a pegar nas mãos das pessoas achem isso meio idiota, mas, nossa, eu adorei. Duas mãos. Juntas. Dedos acariciando minha pele, eu copiando movimentos, como sempre.

Não lembro bem como a coisa evoluiu, mas em nenhum momento reclamei por ela ter evoluído, ainda mais que tive várias primeiras vezes. Primeira vez que acaricio o braço de alguém. Primeira vez que colocam o braço em volta de mim no cinema. Primeira vez que deitei romanticamente num ombro. Primeira vez que alguém segura meu queixo.

- Isso foi um selinho?
- Foi.

Primeira vez que dou um selinho.

***

Saí daquele cinema achando que podia TUDO. Só fui descobrir um pouco depois, para minha tristeza, que não podia muito não. Demonstração de afeto em público se você e sua pessoa são do mesmo gênero ainda é uma questão em 2018. Eu não tinha ideia. Admito que achei meio bobagem no começo, porque, pelo amor de Deus, a gente só queria se abraçar! Mas notei que o @ ficou tenso em alguns momentos, olhava pra todo lado, esperava as pessoas passarem para me tocar... A gente literalmente teve que caçar lugar pra continuar o que o fim do filme parou. Até eu fiquei com medo depois de surgir um maluco e quebrar uma lâmpada nas minhas costas. Onde estou me metendo, gente?

***

Não sei se existe um deus ou santo LGBT, mas, se existe, aquele parque é abençoado por ele, porque eu pesquisei muito onde rapazes que beijam rapazes podiam ser felizes em paz e várias fontes me indicaram o parque. Não estavam enganados.

Antes eu estava só procurando um lugar mais reservado no meio daquelas trilhas e ruínas, mas acabamos entrando numa torre e, CARAMBA, aquela torre. Era coisa de filme. O parque todo parece coisa de um filme que eu escrevi pra eu mesmo protagonizar. Existe essa torre no meio do nada, de um cômodo só, bem rústica. Mas em cada pedacinho de parede há mensagens de amor escritas por visitantes. Letras diferentes, cores diferentes, romances diferentes. Eu fiquei doido querendo ler tudo. Poemas, letras de músicas, frases cafonas, mas que ali dentro pareciam lindas, pedidos de volta-pra-mim... Algumas eram meio diretas tipo "ADORO PICA ME ADD NO ZAP", mas tudo bem, eu ri. Tinha até um Fora Temer, talvez uma mensagem de amor pelo Brasil. O @ pegou na minha mão de novo e me tirou da realidade, porque eu fiquei que nem um panaca olhando paras as paredes e para o teto, quando tinha o @ o tempo todo ali, que era muito mais interessante.

Meu primeiro beijo de verdade foi numa torre cheia de mensagens de amor. VOCÊS TÊM NOÇÃO?

O segundo foi também, o terceiro, o quarto. De vez em quando surgia uma pessoa aleatória, e a gente ficava NOSSA, OLHA ESSA PAREDE, daí a pessoa ia embora e continuávamos no quinto, no sexto e no sétimo beijo.

Alguns acontecimentos dessa torre eu quero só pra mim.

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A parte ruim é o depois. A incerteza. Eu sempre bati no peito pra dizer que o ÚNICO jeito possível de eu me envolver com alguém seria através de uma amizade, porque não tem como criar nada com gente desconhecida e que não me conhece. Errei feio. Mas com uma pessoa que faz parte da minha realidade seria muito mais fácil. Um amigo que mora na minha rua, alguém que trabalha comigo, alguém que vejo com frequência e sei que amanhã estará lá pra mim querendo ou não. Não foi nada como planejei. Já entrei numas paranoias de achar que acabou tudo, de que não vai pra frente, de que somos muito diferentes... Às vezes eu acho que ele não quer mais nada. Em outras, parece que EU é que perdi o pique e enjoei. É chato porque não dá pra fazer muitos planos, e eu AMO planos, mas é o que tem.

Quando a gente conversa, tudo volta ao lugar. Mas depois sai. E se ajeita de novo. É um inferno bem gostosinho.

***

Não sei mesmo para onde a coisa toda vai. Vocês que já estão calejados dessa vida de romance e encontros devem saber melhor do que eu. Estou gostando, mas, caramba, tão difícil às vezes. O conselho que mais de uma pessoa me deu foi o de curtir o momento. Ainda é tempo de pensar só no agora. Um dia de cada vez. Curta os encontros. Viva o que tiver para viver. Ninguém vai morrer se acabar, e existem um milhão de coisas que podem dar um fim em tudo, mas eu vou sobreviver. É assim esquisito mesmo, me disseram. Eu sei que eu quero mais e não é pouco mais não. É muito mais. Se o @ quiser, eu quero. Se ele não quiser, paciência.

Me surpreende que pessoas comecem a namorar já na adolescência. Isso é coisa que nem adulto sabe lidar direito.


UPDATE: Tirei o tal post dos rascunhos porque o @ já tinha lido tudo sem eu saber. RISOS. Bom, ele não fugiu.



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Posted on segunda-feira, março 26, 2018 by Felipe Fagundes

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quarta-feira, março 14, 2018

É uma verdade universalmente conhecida que eu não sei ficar inerte. Quer dizer, depende. Sou muito bom em ficar imóvel, refletindo, lendo um livro, à toa em casa, mas ficar sem nenhuma expectativa na vida, sem nenhum plano, só deixando a vida me levar, é algo que eu não sei fazer. Eu sempre tenho coisas rolando nos bastidores. Algumas grandes, algumas pequenas, outras muito ridículas e umas que dão realmente certo às vezes. Eu nunca sei antes de tentar.

Ficar sem emprego é uma morte horrível, ainda mais quando não foi ideia nossa, mas, dessa vez, eu fiz TANTOS planos que praticamente nem senti o ócio. Eu acho que até TRABALHEI MAIS. Ganhei dinheiro? Não ganhei. Mas é justamente essa parte que estou aqui contando com vocês.


Eu sempre quis participar de um clube do livro. Sei lá, acho que é o sonho de 76% dos leitores assíduos. A gente já fica todo feliz quando conhece alguém que também tem o hábito da leitura, imagina participar de um grupo de amigos que se reúne pra conversar sobre livros? Melhor ainda, que está ali para comentar o mesmo livro que você? É o nirvana literário.

Mas você já tentou montar um clube do livro? Seus amigos não curtem tanto ler assim, é difícil marcar com todo mundo, galera esquece de ler o livro, tem gente que some no meio do processo, 1 mês depois ninguém lembra mais que tinha topado participar do clube. Eu conheço 0 pessoas que já participaram de um clube do livro. Todo mundo quer, mas ninguém faz. É um mistério.

Contudo, sou teimoso.

E é por isso que hoje trago à existência O MAGNÍFICO CLUBE DO LIVRO DE FELIPE FAGUNDES NO RIO DE JANEIRO. Brincadeira, o nome não é esse, mas a ideia é tão legal quanto.


Gente, tô aqui unindo o útil ao agradável. Gosto muito de ler, quero conversar sobre livros, sou bom em bater papo, excelente em organizar coisas, quero ter uma renda extra e conhecer novas pessoas. Então, CLUBE DO LIVRO!

É um negócio mesmo: Você que mora no RJ entra com 10 reais e informa em quais leituras você tem interesse. Eu corro atrás de gente com os mesmos interesses, tento montar um grupo de 5 a 10 pessoas, posso emprestar livros e sugerir meios de consegui-los, organizo tudo, marco um dia, faço o dever de casa pra ser um bom mediador e, de 30 a 45 dias depois, a gente se encontra onde for legal pra todo mundo para comentar, debater, rir e se divertir com uma conversa sobre o livro escolhido e histórias em geral. É algo bem com a minha cara de conhecer novas pessoas e quem sabe fazer novas amizades. Você só precisa ler o livro e comparecer. O resto do trabalho é todo meu.

A minha função exatamente é fundar os clubes, organizar a primeira reunião e garantir que a galera consiga seguir em frente sem depender de mim.

Quem me acompanha mais de perto, mas beeeem de perto mesmo, sabe que já estou com esse projeto em andamento há algum tempinho, então já tenho algumas pessoas interessadas e prontas pra me apoiar nisso. Eu juro que não é cilada! Nem tô planejando sumir com seu dinheiro.

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Separei essas sugestões de livros que estão na imagem só como ponto de partida e sugestão mesmo. Assim que eu conseguir encontrar um grupo legal, seja lá de qual livro for, fecho o clube e começo os trabalhos. Você pode saber mais dos livros sugeridos clicando no link para a página deles no Skoob. São todos livros curtos, leves e divertidos.

1) Nimona (Noelle Stevenson)
2) O ano em que disse sim (Shonda Rhimes)
3) Simon vs A Agenda Homo Sapiens (Becky Albertalli)
4) Tá todo mundo mal (Jout Jout)
6) Quinze Dias (Vitor Martins)


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Infelizmente, é só pra quem é do Rio de Janeiro mesmo (cidade e arredores), não rola não ser presencial. Então, se você mora em outro estado, mas conhece alguém aqui no RJ que ia adorar participar, pode recomendar!

Se você é curioso e/ou precisa sentir que a coisa é séria mesmo, esse clube do livro faz parte de uma iniciativa maior, um projetão que tomou conta da minha vida no último mês e já está em andamento. Tem site e tudo (www.saiadarotinarj.com.br), fique de olho na página do Facebook também! Pra quem é leitor desse blog, juro que em breve explico tudo com mais detalhes. É muita novidade!

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Bom, é isso.

Interessados, só me procurar em qualquer lugar. Aí nos comentários do blog, pode usar o formulário de contato, pode me chamar no Twitter, na minha página no Facebook ou pelos contatos oficiais do Saia da Rotina.

(Toda minha gratidão pra quem compartilhar esse post nas redes sociais e a imagem com os amigos no whatsapp)

Posted on quarta-feira, março 14, 2018 by Felipe Fagundes

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terça-feira, março 06, 2018

Alô, Brasil, estamos prontos pra mais um diário de viagem? Pois eu estou. Ok, ok, eu sei que quem acompanha o blog semana após semana talvez tenha mais interesse em saber de c e r t a s coisas que foram citadas em posts passados, mas feliz ou infelizmente eu que mando, então é diário de viagem que tem hoje mesmo. Me perdoem.

Pra quem não sabe como funcionam os meus diários: São diários físicos que vou escrevendo durante as viagens, depois eu chego em casa, edito e posto no blog. Então aqui estamos.

Destino: Rio das Ostras!



1) DEUS AGIU, e finalmente consegui quebrar o ciclo e fugir da igreja. Todos os meus carnavais foram passados em retiros e, gente, não dava mais. Não gosto de farra, de bloco, de samba nem nada, mas não fazia ideia do que pessoas que não frequentam igrejas nem blocos fazem. Ficam em casa trancadas? Mas tô muito orgulhoso do meu networking que me fez ficar amigo de menina Isabelle e, PLAH, aqui estou indo para RIO DAS OSTRAS passar o Carnaval inteiro na casa das tias da Bells, vivendo de sol, ventinho gostoso e praia.

2) Até a instituição trio que eu tanto prezo se fez presente, pois Taiany veio junto e ficou tudo perfeito.

Bells e vó da Bells na frente, Taiany e eu atrás

3) SOCORRO que me tornei aquilo que sempre odiei: gente que não cala a boca dentro da condução. Eu literalmente fiquei 3 horas tagarelando no banco de trás com Taiany e aposto que estava sendo alvo de ódio dos demais. Mas conversar é tão bom!

4) Inclusive, fui vítima do PODER DO ÓDIO quando a mochila de Taiany caiu do bagageiro NA MINHA CABEÇA. Sério, gente! Simplesmente CAIU. Nenhum passageiro demonstrou o mínimo de preocupação e compaixão (nem Bells, todos riram). Me vinguei de todos e não me calei até o final da viagem, pois sou ruim agora.

5) Várias pessoas seminuas no centro de Rio das Ostras, recomendo.

6) As tias da Bells são todas crentes. RISOS de nervoso. Eu estava meio ressabiado com isso, pois aparentemente desenvolvi trauma do universo cristão. Até tenho amigos que são, mas evito entrar em discussões. Outra coisa é que as tias tem nomes super fofinhos, vamos aqui chamar de Florzinha e Lindinha, então eu tava esperando chegar numa casa decorada que nem o escritório da Dolores Umbridge.



7) Tem uns 10 seres humanos na casa e, além das tias, há uma criança hiperativa, um gato possuído pelo capeta que rouba a atenção de todos e uns parentes avulsos que acho que só aparecem pra comer. Não julgo, pois estou fazendo o mesmo. As tias são ótimas.

8) Confesso que acho praias lugares superestimadíssimos, então não sei bem como vou me comportar aqui, onde TUDO é praia. De dia, de tarde, de noite, praia perto, praia longe, a gente tropeça e cai numa praia. Ainda tenho umas memórias meio desagradáveis de quando uma praia tentou me assassinar e de quando minha bunda foi exposta.

9) Praia do Bosque! Gente, que água gelada, puta merda. Infelizmente, minhas acompanhantes são ratas de praia e acharam a água "gostosinha" e, no máximo, "um pouco fria". Desisti meia hora depois e fiquei na areia. Iam me deixar cuidando das bolsas, mas logo perceberam que sou desses que deitam na canga, dormem e deixam o ladrão levar tudo.

Eu dormindo na Praia do Bosque, cenas reais

10) Eu tinha esquecido da dinâmica nas casas de gente crente. Homens e mulheres não se misturam nos quartos. Às vezes, nem os casados. Só que, né, estou socado numa casa com 200 mulheres, então as bonitas ficaram com todos os ventiladores e com o quarto do ar-condicionado. QUE MUNDO MISÂNDRICO. Me restou dormir sozinho na sala com os mosquitos e, óbvio, o gato encapetado.

11) SOCORRO, esse gato. Já convivi com alguns gatos hostis, mas esse supera todos. O bicho é super alucinado, não pode ver NADA se movendo que PULA pra atacar com garras e dentes. A criatura ainda tem um brilho natural que seduz todas as pessoas, mas não me engana. Tipo, gente, o bicho mordeu o peito da Taiany! E rasgou o braço da vó da Bells com a unha!!! Todo mundo: Nossa, que fofinho.

12) Perguntamos pra tia Florzinha de onde veio o nome do gato. É árabe. O nome do diacho do bicho significa "Abençoado". Gritei.

A-ham. Abençoadíssimo.

13) Apenas meu pé foi atacado à noite, mas passo bem. Não posso dizer o mesmo do gato. Brincadeira. Infelizmente, nós dois saímos vivos daquela primeira noite.

14) Acho que foi eu emanando bad vibes na sala que fez o ar-condicionado pifar e começar a pingar em cima da cama alheia Hahahahahah No dia seguinte, além de calor, tava todo mundo reclamando de ronco e peido, então acho que sofrer ataques do gato de madrugada não foi tão ruim assim.

15) Praia da Baleia! Outra banheira de gelo. Eu literalmente fiquei tremendo e com os lábios roxos, mas adorei as fotos. Eu tô acostumado com as praias da Costa Verde, que são meio que selvagens e um pouco mais vazias. Rio das Ostras no Carnaval é um FERVO, porém, o plano de 5 praias em 5 dias estava de pé.

Hangloose em homenagem à Carol, sempre em nossos corações
Parece que a Carol morreu, né. Ele está viva

16) Já contei no Twitter, mas quero deixar registrado em todos os lugares possíveis que esse causo aconteceu. O fato das tias serem crentes realmente não afetou em nada as good vibes da viagem, não teve mesmo nenhum problema, apenas um leve constrangimento quando eu lembrei que tinha levado na mala um livro chamado PRAZERES MALDITOS. Isso mesmo: PRAZERES MALDITOS. Gente, eu tenho esse livro há tanto tempo e NÃO SEI POR QUE escolhi ele pra levar. Não foi a melhor das minhas decisões. Daí eu sou do tipo que deixa a mala arreganhada e as coisas jogadas por aí, então calhava do meu livro sempre estar à mostra. Às vezes ele sumia, aí aparecia do nada misteriosamente. Pois teve um dia que Tia Lindinha entrou no banheiro, e Bells veio correndo contar "GENTE, TIA LINDINHA LEVOU O PRAZERES PRO BANHEIRO". Eu GELEI. E gargalhei e infartei. Foi, tipo, TÃO SURREAL.

ESSA MULÉ VAI QUEIMAR MEU LIVRO? VAI RASGAR? DAR DESCARGA NELE?

OU PEGOU PRA LER? KKKKK

Gente, sério, Prazeres Malditos. Eu tinha lido umas 10 páginas só, nem sabia direito do que se tratava, não leio sinopse. Sabe Deus o que tava escrito ali dentro. E a tia crente lendo.

Daí, SUSPENSE, Tia Lindinha sai do banheiro e conta pra Bells "Ah rsrsr Achei que fosse minha Bíblia rsrsrsr Peguei pra meditar rsrsrsr"

Pensa numa meditação gostosa

A Bíblia da mulher tem o dobro do tamanho e é rosa. ME ENGANA QUE EU GOSTO, LINDONA. Pior que depois achei o livro chato pra caramba e abandonei, podia ter deixado lá em Rio das Ostras.

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Socorro que já tá muito grande e vou deixar para finalizar em outro post. Eu juro que continua.



OUTROS TEXTOS E LINKS


Posted on terça-feira, março 06, 2018 by Felipe Fagundes

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