quinta-feira, fevereiro 16, 2017

Eu decidi que este será um ano de escrever. Eu quero escrever muito, mas muito mesmo, quero escrever tudo o que tiver vontade, quero escrever PRA CARAMBA, quero que as pessoas olhem e falem "Nossa, esse é um cara que escreve, olha ali ele escrevendo". Eu tenho metas e tudo, coisa que nunca tive para escrita, além de uma única participação flopada no NanoWrimo. As pessoas vão dizer UAU QUE ESCRITOR? Não sei, isso aí já não é problema meu. Mas que eu vou escrever eu vou.

Além disso, ando colhendo feedback positivo e alguns pequenos frutos das histórias que eu já escrevi, e isso só diz que eu tenho que continuar mesmo e escrever histórias cada vez melhores.


Meu plano de dominação mundial de colocar Não Somos Um no Top 10 do Wattpad falhou, a posição mais alta que a história conseguiu foi o 28º lugar no ranking de Ficção Geral. Mas nem fiquei triste. Na verdade, 28º lugar foi EXCELENTE! Gênios chegou em 68º no mesmo ranking. Eu subi QUARENTA posições! Ou seja, fiquei mais popular. O lance é continuar escrevendo para ter uma base de leitores no Wattpad cada vez mais forte. Acho que NS1 cumpriu bem seu papel, sim.

Tanto que, agora, quem tiver interesse já pode comprar o e-book do meu primeiro livro na Amazon! Sim, já está lá! São 332 páginas, é um livro mesmo, não apenas um conto. Se você caiu de paraquedas aqui no blog agora, pode conferir mais sobre NS1 aqui.

Infelizmente, não consegui fazer o conteúdo extra que eu planejava para colocar no e-book. Planejava criar mini-contos inéditos, mas, quando sentei para escrever, a coisa simplesmente não fluiu. Acho que não consigo escrever sob pressão. Não consigo forçar uma história que não me atropela. Então ficou isso aí mesmo. O e-book de NS1 possui o mesmo conteúdo que está disponível no Wattpad.

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Agora eu estou trabalhando no segundo conto da Série Não Sei Lidar (baseada nas cafonices que já escrevi aqui no blog), um conto para fazer par com Gênios. Se passa no mesmo universo, mas com outros protagonistas. Já sei até o nome que vai ter, mas falo mais disso depois que tiver terminado.  


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Gente, e o conto de Natal? Não estava dando muita coisa por ele, mas fez TODA DIFERENÇA na minha vida. Quem me acompanha no Twitter e no Facebook sabe que eu escrevi esse conto para participar de um concurso no Wattpad. Enquanto os jurados ainda estavam avaliando, eu ganhei UM MONTE de novos seguidores. Pessoas chegaram até meu perfil para ler o conto de Natal, gostaram, pularam para as outras histórias, comentaram, curtiram e tenho certeza absoluta que grande parte do sucesso que NS1 teve foi por causa dessas pessoas que nem me conheciam.

E acabou que EU VENCI O CONCURSO! E ganhou o quê, Felipe? Dinheiro, publicação, uma medalha? Bom... nada. Risos. Era um concurso de escritores para escritores, para divulgação e interação no Wattpad. Ganhe visibilidade e fiquei satisfeito. Era mesmo o que eu estava precisando.

Uma vizinha minha leu Aquilo Não Estava Certo e veio falar comigo. "Felipe, li seu conto e fiquei meio intrigada com certas coisas que vi lá. Gostaria de saber a sua opinião de autor mesmo, não a dos personagens... se é aquilo que você pensa de verdade...". O conto de Natal causando. Fica aí o suspense para quem não leu sobre o que deixou minha vizinha tão intrigada

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Eu postei o vídeo do Narin finalmente no Youtube, e vocês ficaram tudo FAZ MAIS! FAZ MAIS! Não vou mentir dizendo que não gostei, vocês sabem que amo elogios e eles total fazem minha cabeça, acredito em tudo. TALVEZ eu faça mais vídeos...

Eu só fico meio assim porque, bom, o que eu quero ser mesmo é escritor. O meu lance é esse, escrever, mexer com as palavras, fazer as pessoas rirem e refletirem com histórias reais ou não. Meu negócio é este blog atualizado toda semana, meu perfil no Wattpad e meus e-books nas lojas digitais. Então, fazer vídeos é um pouco fora da caixinha pra mim. Mas daí fico pensando... Os youtubers estão todos lançando livros, né? Além daquelas biografias esquisitas, até tem uns publicando crônicas, como a Jout Jout, e romances de verdade como a Pam Gonçalves, o Bruno Miranda... Usaram o canal como plataforma para se tornarem escritores publicados.

Já vi a Pam dizendo mais de uma vez que abandonou o blog dela e foi para o Youtube porque "eu tenho que ir onde meu público está", e faz sentido, né? Eu nem sei se meu público está lá no Youtube, para dizer a verdade. Só sei que é bem doido eu ter que parar de escrever para ganhar fama e poder ESCREVER Hahahah Estou pensando no caso.

Vamos acompanhar e ver onde a coisa toda vai dar.

Posted on quinta-feira, fevereiro 16, 2017 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, fevereiro 13, 2017



Vocês acharam que esse vídeo não iria sair nunca, não é mesmo? Pois estavam enganados, eu sempre soube que UM DIA ele aconteceria e, risos, SETE MESES DEPOIS, aqui estou. Ainda tem alguém para assistir?

Se você não faz a mínima ideia do que estou falando, descobri essa chaleira mágica de nariz aqui e a empresa entrou em contato comigo aqui.

AQUI VAMOS NÓS.



Enquanto o vídeo carrega, preciso dizer que estou padecendo de vergonha. Tipo, muita vergonha mesmo. Ok, é só um vídeo no Youtube, hoje em dia todo mundo é youtuber, mas, pra vocês terem noção, "Gravar 1 vídeo" está mesmo na minha Lista. Conta como um desafio pra mim, um dos grandes. Eu sou bem aberto aqui nos textos, faço piada de mim mesmo o tempo todo, mas tenho dificuldade quando o que está em pauta é gente vendo minha cara. Já não lido bem com foto. Com vídeo então...

E também tem o fato de eu não saber NADA de vídeos. Nunca postei nada meu no Youtube, nunca editei, tô caindo de paraquedas no rolê. O vídeo foi incrivelmente produzido pelo... meu celular. Não usei nenhum truque de áudio nem de luz, então vai estar DESSE JEITO aí mesmo.

Tirando isso, eu fiz o que pude. Não acho também que esteja uma morte horrível nem nada, tá bem legalzinho até. Juro que a intenção está 10/10 Hahahahah Futuro como youtuber eu não sei se tenho, acho que meu lance é mesmo escrever. Mas nunca diga nunca, né?

Pessoal do Narin, DESCULPA A DEMORA. Morri por dentro um pouquinho cada dia após o prazo que eu mesmo dei. Espero que o vídeo ainda signifique alguma coisa para vocês.

MINHA ALMA ESTÁ MAIS LEVE AGORA, e minhas narinas... Bom, isso vocês vão ficar sabendo aí no vídeo. Agora que já desabafei todos os meus temores, vou fazer a Hannah e agir como um youtuber de sucesso. QUEM GOSTOU DÁ LIKE, QUEM NÃO GOSTOU SEGUE EM FRENTE.

PS: Me sobraram ainda 2 Narins, pretendo sortear no blog ou algo assim. JOGANDO AVULSO.

Posted on segunda-feira, fevereiro 13, 2017 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, fevereiro 09, 2017

Li um livro tempos atrás, aquele A Lista (Cecelia Ahern), e nele tem uma jornalista chamada Kitty Logan que recebe a missão de descobrir a ligação entre as pessoas cujos nomes aparecem numa lista de cem nomes, sem nenhuma pista. Chega uma hora na metade da história em que ela decide enfiar todo mundo num ônibus e fazer uma viagem para conhecer melhor aquelas pessoas.

Eu, de novo, enfiei em 29 pessoas num ônibus para doar sangue, conheci um pouquinho de cada uma delas e tô me sentindo a própria Kitty Logan. Já contei como foi da outra vez essa aventura, não mudou muita coisa, então eu quis fazer este post ser sobre as pessoas. Porque, CARAMBA, gente é amor demais. Amo pessoas e vou protegê-las.



A Adriana, por exemplo, que trabalha como operadora de caixa no mercado em que fiz as compras para o café da manhã e o almoço para os doadores. Fico meio assim de elogiar mulheres, pois Deus me livre assediar pessoas, mas, como não tinha nada a ver com aparência e sim com um trabalho de excelência, eu TIVE QUE DEIXAR ELA SABER. A Adriana foi maravilhosa. Eu peguei dois pacotes de pães mofados sem ver, e ela me avisou, mandou eu ir trocar. Eu estava todo atrapalhado com aquela muvuca de compra (sou um filhinho da mamãe do caramba, não faço compras), e ela me deu dicas. PEGA UM CARRINHO, VAI COLOCANDO AS COMPRAS, EU TE AJUDO A ENSACAR. Vocês podem achar que não é nada demais, mas nesse mercado as caixas não ajudam a ensacar nada. Depois eu ainda me toquei que esqueci de comprar pratos e talheres descartáveis, e a Adriana "Vai lá pegar, eu passo pra você rapidinho quando você voltar". Adriana, você salvou meu dia. Agradeci mil vezes, ela ficou toda "Imagina". Eu queria dar uma medalha pra Adriana, acho que ninguém se oporia.

Teve o Douglas que me ofereceu ajuda pra carregar mais da metade das compras na moto dele e ainda me ofereceu carona (Socorro).

A Érika me encontrou no meio do caminho depois que recusei a carona do Douglas (eu não tava podendo morrer), gritou meu nome e disse "Felipe! Tanta bolsa! Deixa eu te ajudar" e me ofereceu uma mão e um papo muito bom de 10 minutos.

O dia também foi salvo pela Zel e o Zacarias, que compraram tudo que eu esqueci. Eles ainda me arrumaram o bujão de gás DA CASA DELES quando descobrimos que o da igreja foi roubado em cima da hora (quem rouba bujão, gente?).

Eu bati no portão da casa da Dona Sueli, falei da doação de sangue e tal, mas, quando ela me disse que tinha 66 anos, eu já ia deixando pra lá. A idade máxima é 70 anos e idosos já não têm uma saúde tão boa, né... Tomei na cara quando:

- Ah, ok... Obrigado por me atender mesmo assim
- NADA DISSO, EU SOU DOADORA
- Oi?
- DOADORA REGULAR. E VOU NESSE ÔNIBUS, SIM. EU, HEIN. AINDA VOU ARRASTAR MEU MARIDO E MEU NETO.

Dona Sueli, fiquei morrendo de vergonha, mas bem feito pra mim. Eu sentei do seu lado na volta do INCA e aquele "Tô muito feliz pela senhora existir" foi mesmo de coração.

Sei nem o que dizer pra Antônia e Luiza, que vieram DE LONGE para participar e chegaram antes de todo mundo, apenas que quero guardar vocês num potinho.

"Felipe... O mundo precisa de mais Felipes, sério". A Alessandra me disse isso, e alguém deveria avisá-la que isso é um perigo, pois eu acredito nessas coisas e fico INSUPORTÁVEL.

Gérson e minha Adriana favorita foram estrelas, e eu amo os dois demais. Ele, desse tamanho tendo PAVOR de agulhas, foi o que deu os melhores sorrisos. Ela me ajudou em TUDO. Diz ela que é meu braço esquerdo. Eu acho que ela foi o direito mesmo.

Ainda teve o Sebastião que entrou na sala de doação junto comigo e, assim que foi liberado, ouviu do médico:

- Só não faça muito esforço físico, ok?
- ENTÃO SEXO NEM PENSAR, NÉ, DOUTOR?
- Nada, hoje você pode fazer ATÉ O CANGURU PERNETA
- AGORA EU GOSTEI

Seu Sebastião, eu nunca fiquei tão constrangido em toda minha vida, pois o senhor tem uma cara de anjo do bem, mas espero que tenha transado bastante depois da doação, pois merece demais. Esse negócio de canguru perneta parece meio perigoso, CUIDADO, olha a idade.

Também queria dar um abraço na Mariane que entrou apavorada na sala de doação, ficou doida na cadeira, mas sorriu pra médica e disse IMAGINA, TÔ ÓTIMA quando perguntaram se ela estava bem. Ainda levou duas amigas. Jurou que volta.

E a Maria de Fátima que viu que eu tava mandando todo mundo comer alguma coisa no café da manhã, mas eu mesmo não comia nada. E eu consigo comer quando estou nervoso? Daí ela "Ok, vou colocar umas frutas pra você ir comendo no caminho, tem que comer". E aquela banana salvou minha vida quando me vi COM FOME meia hora depois.

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Gente me ajudou no recrutamento, no telefone, com as compras, fazendo as comidas, organizando a coisa toda, tirando fotos, dirigindo... Eu quase não entendo quem prefere cachorro a gente.

Também quero citar não apenas Deus, mas também Jesus por botar tanta MAS TANTA gente boa no meu caminho. Dizem que eu atraio com meu jeito, eu fico pensando que é sorte. Duas opções erradas, deve ser tudo um plano mirabolante de Jay-C.

GENTE É BOM, DEUS É MAIS. Eu gosto é assim mesmo.

Posted on quinta-feira, fevereiro 09, 2017 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Ou: Aquele em que eu deixo um filme da Disney reger minha vida.



Estava eu falando pra Juliana Fina Flower que tinha visto Moana e achado apenas ok. Tinha umas cenas bonitas, músicas legais, a mensagem falava com todo mundo, mas, sei lá, tanto tempo que não assisto Disney nos cinemas, todo filme é esburacado assim? Achei a história toda meio pobrinha. A Ju ficou toda:

- Nossa, eu AMEI. Moana segue os padrões clássicos da jornada do herói, além de conter o Mar Mítico no sentido literal, Felipe.
- QUÊ?
- Sim, várias histórias usam do conceito do Mar Mítico, que é o que leva o herói rumo ao desconhecido por uma jornada de autoconhecimento.
- Oi???

Inventei esse diálogo, porque não lembro exatamente das palavras dela, mas foi mais ou menos isso aí. Eu reclamando que o porquinho da Moana não foi na aventura e Ju falando coisas como Mar Mítico. Eu disse que ia procurar por essas referências todas depois, mas isso nunca aconteceu.

"Bem" não era exatamente uma palavra que eu poderia usar para descrever meu eu interior naquele dia, porque, apesar de Ju ser uma das melhores pessoas no meio de uma crise, eu estava lidando com uma crise gigante, aquela de perceber de repente que toda minha rapeize estava MORTA.

Meus amigos se foram. Todas as pessoas que se importam comigo estão deixando de se importar porque têm mais o que fazer. Todos estão sumindo. Estou ficando mais sozinho do que gostaria. O FIM ESTÁ PRÓXIMO. Vou morrer sem ninguém. Gente, o desgraçamento foi tão grande que eu comecei a pesquisar no Google coisas como "Vida social pós 30" (tenho 25), "Como não ficar sozinho na terceira idade", "Pessoas que nunca se casaram mas são felizes", "Estilos de vida doidos que não dependem de pessoas". Juro pra vocês.

Coitada da Ju que teve que ouvir essa ladainha toda sendo repetida sem parar, mas foi numa mesa de uma pizzaria que ela me disse VERDADES, e acho que não há lugar melhor que uma mesa de pizzaria para VERDADES serem ditas, e tudo mudou.

- MEU DEUS DO CÉU, FELIPE. O MUNDO É MAIS DO QUE ISSO. Mais do que essas pessoas aí que você chama de rapeize. Elas não são sua vida. Existem várias outras pessoas. Dizer que não tem mais ninguém chega até ofender as outras pessoas que se importam com você.

Eu fiquei lá perplexo e impactado, mas disse que só ia digerir aquelas revelações 17 horas depois, preferi digerir só pizza naquela hora mesmo.

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Ela tinha razão. Além da minha rapeize, que são pessoas que vejo com frequência e que moram a 15 minutos de distância de mim, eu fiz excelentes amigos. No Ensino Médio, na faculdade, no blog, no Twitter/Facebook, no curso de inglês e até no trabalho. Muitas pessoas! Mas, de alguma forma, eu estava olhando apenas para os de perto. Vou culpar Friends por me fazer querer viver essa utopia de amigos íntimos que moram no mesmo prédio e se vêem TODOS OS DIAS após o trabalho num Café confortável. Isso não existe. Quer dizer, pra mim. Minha rapeize nem toma café. O que acontece é que os amigos de longe são tão amigos quanto os de perto. Não são apenas "pessoas especiais" que eu entro em contato quando quero fazer alguma coisa aventureira. Não! São amigos. De chamar pra sair, sim, mas também de jogar conversa fora, falar sobre a vida, dividir segredos e crises, compartilhar vitórias e derrotas e tudo que envolve estar vivo. Eu criei essa barreira mental geográfica sei lá por que. E daí que tenho que pegar 1 ou 2 conduções para vê-los? E daí se eles moram em outro estado? E daí se não posso vê-los todos os dias?

O que estava me matando nessa história de rapeize morta é que eu ficava vendo a vida da rapeize se desenvolver e eu ficando pra trás. Está cada vez mais difícil de eu me encaixar. Agorinha mesmo eles se marcaram todos numa imagem no Facebook sobre um congresso para noivos e estão me perguntando como fazer para comprar ingressos pela internet (eles nunca sabem de NADA que envolva internet além do Facebook). Eu provavelmente jamais irei num congresso desses e isso me deixa pra baixo DE UM JEITO...

Acontece que eu não quero ir num congresso desses. Moramos no mesmo bairro, somos da mesma igreja, conhecemos as mesmas pessoas. Eles seguem aquele comportamento padrão de namorar, casar, ter filhos, sair com casais, trabalhar pra sustentar a família, frequentar cultos na igreja e só. A vida deles é toda essa e não há nada de errado nisso. Mas eu não quero isso pra mim. Não é a minha vida. Eu fico triste por não dar os mesmos passos que eles, sendo que eu NEM QUERO MESMO, mas dá aquela impressão de que estou preso nesse lugar e ficando cada vez mais pra trás.

NÃO É VERDADE.

Posto essa e outras cafonices do bem 

O que eu quero é viver novas experiências, tipo Escalar! Ir numa praia de nudismo! Ver neve! Mergulhar! Riscar A Lista toda! Eu quero ser fluente em inglês, quero escrever boas histórias, quero compor boas músicas. Quero poder explorar minha sexualidade de uma forma que faça sentido pra mim. Quero me engajar em projetos sociais, quem sabe viajar, quero conhecer novas realidades, vidas diferentes das minhas, tipo a Moana que vive numa tribo da Polinésia. E em muitas dessas coisas eu já dei meus passinhos, e acho tudo maravilhoso. Essa é a minha vida!

Aí o filme e a conversa com a Ju encaixaram certinho e faz DIAS que não paro de cantar a música tema (O HORIZONTE ME CHAMA PRA IR TÃO LONGE, SERÁ QUE EU VOU?), porque é claro que EU VOU. A vida na ilha é legal, eu amo a ilha, tem gente boa, galera consegue ser feliz, mas fazer o quê se quero mais? EU QUERO O MAR. Eu vou pra longe ver meus amigos, sim, vou com quem quer ir comigo, vou fazer o que quero com quem também quer, e essas pessoas farão parte da minha vida. Os estilos de vida doidos são mesmo reais, eu achei no Google Hahahahah EU QUERO SAIR DA ILHA.

EU SOU MOANA. DE NOVA IGUAÇU. EU QUERO VIVER.


Estou me sentindo livre & leve. Nossa, gente, um mundo de possibilidades se abriu. Vamos acompanhar.

Posted on segunda-feira, fevereiro 06, 2017 by Felipe Fagundes

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