sexta-feira, setembro 30, 2016

TEM UMA PASTORA EM SURVIVOR. Quer dizer, pelo menos tinha da última vez que olhei, porque a trigésima terceira temporada começou e ainda não fui lá prestigiar, que Deus proteja essa mulher. O nome dela é Sunday, que é tipo se chamar Rainbow Rowell, então eu meio que já quero ser amigo dela.

A cara de doida

É engraçado ver crente em Survivor porque sempre rola aquele dilema de "Devo mentir?". Nem sempre é necessário, mas às vezes tem que ter um certo sangue frio pra mandar embora aquele seu aliado e tirar o seu da reta.

Numa das temporadas, teve outra participante crente que foi um primor de bondade e lealdade, era inclusive uma das minhas favoritas, não chegou nem no top 5. Depois ela foi convidada a voltar numa temporada especial e contou como foi a primeira experiência.

"Eu queria jogar pra valer, mas fiquei pensando no que meus amigos e minha igreja iam pensar. Era muita pressão. Daí fui eliminada e, quando chego em casa, tá todo mundo lá PELO AMOR DE DEUS, FULANA, POR QUE VOCÊ NÃO JOGOU QUANDO DEVIA? Agora eu vou jogar SIM, depois eu oro por perdão"

Hahahahah Amo crente. Vamos fazer uma corrente de oração pra Sunday ir longe e gerar entretenimento.

Posted on sexta-feira, setembro 30, 2016 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, setembro 29, 2016

Essa coisa de morte cerebral é bem cretina mesmo, igualzinha em Grey's Anatomy. A pessoa está ali, deitadinha, sonhando, você imagina. O corpo está quente, o coração bate, você tá vendo que ela está respirando. Aí vem um médico querendo que você acredite que a pessoa está morta. É pior se você acredita em milagre, porque fica naquela de que a qualquer momento ele pode acontecer, mas fica todo mundo dizendo pra você desligar os aparelhos.

MAS A PESSOA NÃO ESTÁ MORTA. Só que está.

Tô acompanhando a situação só de longe, mas entendo todo o desgraçamento mental.

:-/

Posted on quinta-feira, setembro 29, 2016 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, setembro 26, 2016

Eu esqueci de comentar no post passado sobre a minha mais recente lista, que também é minha favorita. Uma lista de Viver Pessoas. Mais um pouco e vocês vão pensar que sou um robô.

Mas, sabe, já faz um tempo que ando com essa meta de: Fazer coisas! Viver pessoas! E eu até ando fazendo muitas coisas (coisas demais inclusive) e vivendo com um monte de pessoas, mas estava refletindo sobre esse último caso. Uma coisa que aprendi com Amanda Palmer é que todo mundo gosta de ser visto. Tipo, não necessariamente ser enxergado, com pessoas literalmente olhando pra você, mas aquele visto de ser compreendido. Aquela sensação de quando alguém está realmente prestando atenção em você e apoiando quem você realmente é e o que você faz. Então o Viver Pessoas pra mim seria ver essas pessoas e, para isso, eu tenho que prestar atenção nelas.

 Eu querendo ver todo mundo

Chega a me doer o coração perceber que todo mundo é muita gente. Tipo, NÃO DÁ. Ou a gente presta atenção em algumas pessoas ou não presta atenção em ninguém quando tenta abraçar o mundo. Tive que escolher a primeira opção. E ver precisa ser um exercício consciente meu, senão eu acabo voltando pra mim mesmo e esqueço das pessoas facinho.

(Vocês lembram que, mesmo gostando da minha vó, eu fiquei ONZE MESES sem notícias da mulher, sendo que eu podia simplesmente fazer uma ligação ou ir visitar. É disso que estou falando)

Daí fiz essa lista de pessoas, meio que uma lista de pessoas que quero manter contato ou até criar um contato que ainda não existe, pessoas que quero ver. Não que eu não queira as outras pessoas, mas essas eu queria pelo menos uma vez dar essa sensação de enxergá-las, de estar ali por elas. Eu coloquei os nomes na lista, amigos antigos, amigos novos, pessoas que eu mal conheço até, mas que posso me aproximar... Daí eu vou atrás de uma, crio um momento legal com ela e deixo a vida seguir. Eu monto a lista, vou vivendo com as pessoas e riscando a lista até ficar vazia. Quando termino, faço outra.

(Vocês já perceberam como a vida é meio ridícula às vezes? Quer dizer, todo mundo manda esse "a vida aconteceu" pra falar de gente que foi embora, sendo que um telefonema de vez em quando, uma happy hour, uma mensagem aqui e outra ali poderia ter mantido o laço)

Tem pessoas que AMAMOS, que nos divertem à beça, mas a gente meio que só vê de 2 em 2 anos, tipo aqueles amigos de escola ou os parentes legais nas raras festas de família. E um dia eles somem por motivos de vida aconteceu.

Vai acontecer longe de mim, sua miserável. STAY AWAY FROM MY PEOPLE.

Mas, ai, Felipe, isso é muito mecânico, cadê o sentimento? E a saudade?

Gente, o sentimento tá todinho ali na hora que eu monto a lista. Escrevo de cara o nome de todos os meus amigos mais próximos, porque eles são incríveis e vou protegê-los, ponho o nome da minha mãe, porque ela é maravilhosa e eu sou um filho péssimo que nunca arruma um programa mãe & filho, vou pensando Nossa, séculos que não vejo fulana, por onde ela anda? e escrevo o nome dela também. Tem uns parentes (minha vó!!!), gente que eu acho que necessita urgentemente ser vista e tal. Enfim, a lista vai mudar cada vez que eu fizer, mesmo tendo uns nomes fixos. Ainda não terminei a primeira rodada.

Tipo, eu AMO essas pessoas, mas o famigerado Vida Acontece não me deixa pensar muito nelas e prestar atenção, então essa lista é meu jeito de criar tempo pra isso.

Você não precisa ir tão longe quanto eu, mas faz aí rapidão uma lista de pessoas com as quais você gostaria de manter contato. Assim, só por fazer mesmo, sem compromisso. Você provavelmente vai ver que tem um monte de gente que você gosta e sente reciprocidade, mas que não dá um oi há séculos. A gente nem sabe pelo o que eles estão passando, quais os conflitos, as indecisões, as alegrias, as metas, nada... Eu quero saber.

Posted on segunda-feira, setembro 26, 2016 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, setembro 22, 2016

Tava analisando aqui que meu jeito de fugir das decisões como a SENHORA SENHORA foge da repórter encontrou em mim um espaço para EXISTIR. Agora ele não apenas vive na minha cabeça como também pode ser visto a olho nu no meu dia-a-dia. Acho que quem vê de longe pensa que é TOC (favor não me contar se for), mas juro que é só eu não querendo decidir o que eu não sou obrigado. Eu amo filas e listas e vou protegê-las a todo custo.

As minhas camisas ficam em fila no guarda-roupa. Como eu escolho o famigerado look do dia? Pego a que estiver na frente. Depois ela é lavada e volta para o final. As minhas calças também ficam em fila, das mais velha pra mais nova. Tô rindo aqui comigo mesmo porque acabo de notar que as minhas MEIAS E CUECAS também ficam em ordem e eu pego a da frente. Ou seja, perco 0 tempo escolhendo roupa (nem sempre a combinação faz sentido, mas ¯\_(ツ)_/¯). O calçado também segue em fila, mas eu sempre separo os Dois Da Semana e fico alternando entre eles. Quando a semana acaba, eu substituo um deles pelo próximo da fila e vida que segue.

Eu tenho uma lista imensa com todas as ideias para posts que já tive para esse blog. Quando tô a fim de escrever, eu sorteio uma e escrevo. Assim que publico, eu já agendo quando devo postar nas redes sociais seguindo uma lógica que funciona pra mim.

 Minha lista de ideias para posts
Eu penso num assunto hoje, e ele é publicado em 2038

Sempre assisto 5 séries ao mesmo tempo. Montei um rodízio. Tem a série de todo dia à tarde, tem a de segunda e quarta de manhã, a de terça e quinta e por aí vai. Quando uma temporada acaba, eu substituo por outra de outra série cuja vez chegou na minha fila de séries pra assistir.

Minha ordem pra livros é assim: Um YA, um adulto, outro YA, uma não-ficção.

Eu lavo cabelo dia sim, dia não.

Na minha igreja, acontecem cultos duas vezes por semana. Eu só vou em um, mas alterno entre os dois pra decidir qual deles eu vou faltar.

Confesso aqui em primeira mão que sorteei uma cafonice do blog para transformar em conto e foi assim que nasceu Gênios. Muitas das situações e boa parte da personalidade dos personagens do conto também. Eu uso a minha MÁQUINA GERADORA DE PERSONAGENS, ela cospe uma pessoa e eu jogo na história pra ver o que acontece. É tipo assistir um reality show.

Vocês sabem que a Lista funciona toda na base do Random.org e eu vou pra onde a vida me levar.

Eu inclusive baixei um aplicativo de sorteio para ter sempre à mão ~alguém~ para decidir coisas para mim.

Não sou obcecado pela ordem nem nada, até porque, se eu quiser furar a fila, eu furo, mas minha vida nunca foi tão fácil de ser vivida. Claro que eu sempre escolho o que eu realmente quero, mas, para o resto, aquelas coisas que meio que "tanto faz", dá-lhe tá nas mãos de Deus pois nas minhas não quero mais.

Apenas me digam se um dia isso vai me matar.

Posted on quinta-feira, setembro 22, 2016 by Felipe Fagundes

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terça-feira, setembro 20, 2016

Eu tô no último semestre do curso de inglês e agora tenho um problema com o novo professor: ele é excelente. Eu não acredito que agora no fim de tudo me aparecem com um professor excelente. Estou quase pegando em armas.

Cada semestre rola um professor novo e teve muitos bons, alguns meio preguiçosos, uns xófens demais, mas FLAWLESS só esse. A essa altura do campeonato, eu só quero mesmo meu certificado e ser feliz longe das aulas.

Ele é criativo, ele se importa que a gente aprenda, ele cobra os exercícios, ele dá um jeito de todo mundo participar. Ele realmente avalia como deve, aquela praga não dá pontos de graça, não tem moleza com ele. O que é MARAVILHOSO, é do jeito que todo professor deveria ser, mas nessa reta final já me sinto idoso e sou um aluno preguiçoso.

Dia desses, eu entrei na sala e tava todo mundo jogando um mix de perguntas em inglês com TWISTER (me recusei).


 Essa bundinha pro alto me incomoda muito

Outro dia fui forçado a ficar de pé e DANÇAR Age of Aquarius. Tinha coreografia e tudo (me recusei SEM DÓ). Ele já espalhou Pokémons de papel pela sala pra gente caçar. Cada dia é uma surpresa.



Toda vez que entro na sala


A última dele foi inventar um jeito da lei NÃO FALE PORTUGUÊS NA AULA funcionar. Cada aluno ganhou 10 elásticos no braço. Se um ver o outro falando em português, esse um pode tomar um elástico do infrator. Ganha algum prêmio quem tiver mais elásticos no final. Adoro ganhar elásticos, mas, gente, não sei competir. Não sei TOMAR elástico de ninguém.

- Fulana, você falou em português, pode me dar um dos seus elásticos?
- AH, NÃO, FOI SEM QUERER
- Mas
- NÃO VOU DAR NÃO
- Tá bom :)


Talvez eu não sobreviva a esse semestre, já tivemos amostras de como estou lidando bem com a situação.

- EU TENHO LIMITES. VOCÊ NÃO PODE ME FORÇAR A DANÇAR.
- CLARO QUE EU POSSO.
- VOCÊ É UMA PESSOA HORRÍVEL.
- NUNCA NEGUEI.


Help me.

Posted on terça-feira, setembro 20, 2016 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, setembro 19, 2016

Antes de tudo, um spoiler para quem não me acompanha no Twitter.

 TEVE


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Eu faço questão de ir atrás das minhas próprias ciladas do bem, mas, de vez em quando, uma vem e me pega de jeito DO NADA. Gente, eu estava quietinho na Firma fazendo meu trabalho quando meu chefe veio dizendo que viu minhas fotos aventureiras no Facebook e perguntando se eu queria fazer rapel com ele. Repito: FAZER RAPEL COM ELE.



Rapel nem tava na Lista nem nada, nunca tinha cogitado, mas, gente, não é todo dia que a oportunidade aparece, concordamos? Para leigos, rapel é um alpinismo ao contrário. Ao invés de subir, a gente desce. Era tudo o que eu sabia antes de aceitar. Então estava eu olhando para a cilada de descer um paredão de sei lá quantos metros pendurado numa corda, mas enxergando apenas o verdadeiro desafio: SAIR COM MEU CHEFE.



Eu perguntei se podia levar um ou dois amigos, porque chefe ia carregar um grupo gigante de amigos dele da Firmaem que eu conhecia 0 pessoas, ele disse ok. O que eu fiz? Isso mesmo, levei 4 das minhas pessoas. Meu jeitinho.

***

Quem mora no Rio deve conhecer mais que eu, mas meio que adorei conhecer aquela trilha da Urca, que começa com a pista Cláudio Coutinho e tal. No domingo, aquilo fica cheio de gente feliz, famílias, crianças. A vista é bem interessante também. Até eu, que não dou a mínima para vistas, achei sucesso.



Depois do baque inicial de OMG, ESTOU SAINDO COM MEU CHEFE, eu relaxei. Na verdade, ainda fiquei travado com medo das minhas pessoas fazerem vergonha, porque eles fazem sempre, mas a extroversão deles ajudou no processo de entrosamento. Agradeço. Inclusive, gente, que coisa fascinante juntar num balaio de gato pessoas de núcleos diferentes da sua vida e ver todos interagindo bem. DOIS MUNDOS SE ENCONTRANDO.

O rapel em si... Essas imagens da minha pessoa representam muito.

 MOMENTOS....................

MAS EU FUI. É coisa de maluco? Sinceramente, é sim. Sem condições mesmo se você tem medo de altura. Eu quase inventei que tinha só para ter uma desculpa. Não é só descer. Tem todo um põe essa mão aqui, a outra ali, afrouxa a corda devagar, não olhe para baixo, confie na corda, clame o nome de Jesus e um passo de cada vez etc que meu meu medo era minha coordenação motora me matar.

Eu confiei na corda, nos equipamentos, no meu chefe (que é instrutor de rapel, quem diria?), no poder de Jesus Cristo, mas O CAGAÇO ERA REAL. Teve uma hora que meu chefe mandou eu largar tudo e abrir os braços que eu simplesmente não consegui. Meu corpo não ia. Eu lá inclinado e pendurado na pedra, meu corpo e minha alma querendo voltar pra segurança. Mas tudo o que vocês verão no Facebook é A VISTA LÁ DE CIMA É MARAVILHOSA. Risos. Desci numa boa. Depois que a gente pega o jeito, fica mais fácil e dá vontade da pedra ser maior. Também tem aquela sensação de NOSSA, EU TÔ FAZENDO ISSO. Menos para um dos meus amigos que ficou com medo e desistiu.

Assim, foi mesmo uma experiência inesquecível e tá aí mais uma história para eu contar para sempre, recomendo a todos. Inclusive, recomendo meu chefe também, 10/10, gente boníssima. Não digo que virei um grande fã do rapel e que quero fazer todo dia, mas curti.

O melhor de tudo foi que eu nem morri nem perdi meu emprego, ou seja, missão cumprida.

Posted on segunda-feira, setembro 19, 2016 by Felipe Fagundes

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sexta-feira, setembro 16, 2016

A Aline me mandou o link de um concurso literário da Amazon com a Nova Fronteira, e eu tô encarando ele faz mais de uma semana. Será que vale a pena? Eu tenho uma ideia do tipo de livro que vence esses prêmios, e eles são desses profundos, cheios de referências, que fazem alguma crítica social e joga o leitor numa torrente de emoções e tal... Eu não escrevo esse tipo de livro. Acho inclusive que sou incapaz de escrevê-los, mas nem querer eu quero. O que eu gosto de fazer é ficar brincando na simplicidade e contar histórias bestinhas, tá aí o blog e Gênios pra provar.

(ALIÁS, VOCÊS JÁ LERAM GÊNIOS? Eu tô muito feliz com o feedback positivo e descaradamente orgulhoso do que escrevi nesse conto. Tô quase imprimindo e distribuindo na rua)

Mas é o mesmo Gênios que me faz ficar encarando o link sem deixar pra lá. Quem leu sabe que, se eu me privar de participar desse tipo de concurso, a Lídia sai lá de dentro do Wattpad e vem aqui encher minha cara de tapa. Porque a história dela é justamente sobre isso. Chega a ser ridícula a coincidência. "Não sei lidar com Gênios" é sobre acreditar em si mesmo e desafiar um pouco essa ideia de que o pessoal lá fora é cult, sábio e genial. O que vale é tentar.

Amo quando as coisas que eu mesmo invento ficam me empurrando pra frente.

Posted on sexta-feira, setembro 16, 2016 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, setembro 15, 2016

O desgraçamento mental, ele alcança a todos nós, daí que eu fui ver os valores de uma sessão decente de análise (dica da Jout Jout). Só não caí pra trás porque eu já estava deitado mesmo, mas, GENTE. Quem faz análise diz que opera maravilhas e tinha mais era que operar mesmo. Fiquei pensando naquelas cenas da ficção em que a pessoa se recusa a contar a verdade ao psicólogo (terapeuta? analista? Não sei a diferença), fica se esquivando, fica em silêncio, diz que tá tudo bem quando não tá... MINHA FILHA, VC É RICA?

Coloquei essa experiência na minha lista, mas, até me dar na telha de realmente ir atrás disso, eu já vou me preparando e imaginando como vai ser minha abordagem.

- Bom dia, Felipe, meu nome é Fulana, vamos começar a sessão

- OK, TEM ESSE TRAUMA AQUI, AQUELE ALI E MAIS ESSE OUTRO. ESTÃO EM ORDEM DE PRIORIDADE. DEIXA EU TE FALAR DA MINHA INFÂNCIA. EM MEIA HORA A GENTE COBRE ISSO E A ADOLESCÊNCIA.


- Calma, eu prefiro começar por...


- AQUI UM RELATÓRIO COM TUDO QUE ACONTECEU NO MEU ENSINO MÉDIO. OS TRAUMAS EM POTENCIAL ESTÃO GRIFADOS EM VERMELHO.


- Mas...


- VOCÊ ESTÁ RESPIRANDO? ESTÁ GASTANDO MEUS MINUTOS PARA RESPIRAR?


Será ótimo.

Posted on quinta-feira, setembro 15, 2016 by Felipe Fagundes

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quarta-feira, setembro 14, 2016

Acho que eu disse a coisa certa, mas dei os exemplos errados quando comentei sobre o dilema de cobrar consideração ou não dos amigos. Isso porque TODOS que se manifestaram nos comentários não entenderam a mensagem que eu quis passar e teve até amigo me perguntando FELIPE, EU TE FIZ ALGUMA COISA? POR FAVOR, ME FALA. Risos.

Todo mundo me disse que eu preciso comunicar às pessoas onde foi que elas erraram, porque senão elas jamais saberão do erro. Você estão certíssimos, e eu sou o maior entusiasta de ser vulnerável e dizer o que sente, mas não era disso que eu estava falando. Estava falando de cobrar consideração MESMO, quando você espera que alguém faça algo por você porque... sei lá, você espera, provavelmente porque também faria pelo outro.

Por exemplo, há coisas que você espera da sua mãe que você não espera de mais ninguém. O mesmo do seu cônjuge, dos seus melhores amigos, daquela sua pessoa de confiança. Não tem nenhum contrato escrito dizendo que ela TEM QUE fazer aquilo por você, mas você espera que ela faça. E, quando ela não faz, você fica "Poxa! Que falta de consideração!".

 (Talvez sim)

E essa reclamação é uma coisa que NUNCA sai de mim. Quer dizer, até sai quando eu deixo escapar, mas eu me recrimino eternamente por ter deixado isso acontecer. Aí sim entra minha lógica sensata ou biruta: Se a pessoa não fez, foi porque não achou importante fazer, e, se não é importante pra ela, bom, não sou eu que vou dizer que é, né. São coisas pequenas. A pessoa não é exatamente CULPADA, por isso que eu não cobro.

Mas aparentemente todo mundo vive se cobrando e eu, que deixo geral livre, fico parecendo o que não se importa.

(É diferente quando a pessoa pergunta como melhorar o relacionamento comigo, como pode me agradar melhor. Também é diferente num relacionamento amoroso, onde os dois supostamente estão dando o melhor de si pra coisa durar pra sempre. Aí acho ok falar)

Exemplos:

1) Sua pessoa marca um rolê com a galera toda e não te chama
2) Sua pessoa se recusa a fazer qualquer favor que você peça
3) Sua pessoa não te dá atenção quando está com outras pessoas
4) Sua pessoa só fala com você se você a procura
5) Sua pessoa continua fazendo coisas com você que você já explicou que te incomodam
6) Sua pessoa não comparece em nenhum dos eventos importantes para você
7) Sua pessoa não presta atenção quando você está desabafando com ela
8) Sua pessoa não te apoia em nada que você faz
9) Sua pessoa só lembra da sua existência quando precisa de algum favor
10) Sua pessoa não respeita nenhuma das coisas que você gosta

Se eu acho ISSO TUDO numa das minhas pessoas, gente, eu simplesmente deixo pra lá. Essa pessoa não é sua. Não sei nem se você pode chamar de amiga, sinceramente. Mas são coisas que não consigo cobrar. "Poxa, por que você não me chamou?", "Nossa, por que você nunca faz nada do que eu peço?", "Por que você nunca me escuta?". A resposta geralmente é: Porque a pessoa não quis/quer. E ela não é mesmo obrigada, sabe? Por isso, eu percebo que a pessoa está cagando pra mim e não conto mais com ela naquilo que eu vejo essa falta de consideração. Não tô dizendo que não quero mais ver a cara da pessoa. Só que, tipo, não vou desabafar com essa pessoa que não me escuta, né? Nem pedir favor pra essa que nunca faz, nem contar com o apoio dessa que nunca me apoia e nem chamar essa que nunca vai nos eventos se as vagas forem limitadas. Eu tô errado?

AÍ VOCÊ NÃO SE IMPORTA, FELIPE.

Parece que eu tô. Talvez a pessoa que não escuta meus desabafos vai passar a prestar mais atenção se eu cobrar essa atenção... Mas, caramba, gente, tem coisa que não precisa dizer, né?

Vai ver cada caso é um caso. Vai ver eu estou pensando demais (sempre).

Posted on quarta-feira, setembro 14, 2016 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, setembro 12, 2016

Ando gostando demais da pessoa que eu sou HOJE. A pessoa que eu quero ser, uma mais parecida com Jesus, é hors-concours, é a TOP, é maravilhosa. Mas essa do meio do caminho também é legal, porque ela sabe onde quer chegar, mas nem sempre sabe como e, de vez em quando, se vê em situações inesperadas. Daí é rir, chorar, entrar nuns dilemas e sair inteiro no final.

Nesse fim de semana, eu decidi ser o mais produtivo possível e colocar no papel TODAS as tarefas pendentes dos projetos especiais que eu me meto em participar. E olha que eu não saio entrando em qualquer um, só nos que eu acho que vou conseguir lidar. Mesmo assim, eu tava vendo as coisas acumularem e no sábado falei É AGORA OU NUNCA.

Fui explicar a lista para uma pessoa curiosa e, GENTE, modéstia à parte, eu adorei a pessoa dona daquela lista, no caso eu mesmo. Risos. Ir no mercado para montar cestas básicas e ajudar um abrigo, fazer o que prometi num projeto social que envolve música, cadastrar pessoas sem computador no Jovem Aprendiz, organizar um lava-jato pra levantar fundos, enviar o livro que escrevi pra mais uma agência literária, mostrar meu portfólio pra um cantor que demonstrou interesse... Eu nunca fiz tanta coisa na minha vida num dia só. E eu estava, tipo, UMA MÁQUINA. Acordei cedo e dormi tarde.


(Aparentemente, a pessoa que eu quero ser é um transformer)



No domingo, eu ainda cortei mais uns itens pela manhã. Almocei super cedo e meio-dia pensei: "Nossa, tô um caco. Vou dar só uma descansadinha, pois ninguém é de ferro, depois levanto e mato os itens finais".

Acordei às 5h da manhã do dia seguinte. EU DORMI MAIS DE DOZE HORAS. EU NEM SENTI. Tenho pra mim que morri e ressuscitei nesse processo, porque, gente, como assim? Chateadíssimo que perdi metade do meu dia, mas não errei quando disse que ninguém é de ferro. Eu não sou máquina coisa nenhuma e me mata isso de ser só um. Eu preciso pra ontem do meu exército de realizadores.

Acho que a moral da história é que, se você é uma pessoa comum que nem eu, você é capaz de fazer VÁRIAS COISAS, mudar o mundo um pouquinho ao seu redor e tudo mais. Contudo, você tem que ter consciência de que é só um e de que há limites. Chega uma hora que NÃO DÁ MAIS. Mas até lá a gente faz a nossa mágica.

Posted on segunda-feira, setembro 12, 2016 by Felipe Fagundes

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sexta-feira, setembro 09, 2016

Eu tava procurando imagens para colocar no post sobre introvertidos e acabei achando este texto que quase me arrancou uma lágrima, "22 sinais de que você é introvertido e não tímido". Gente, sabe aquele sentimento maravilhoso de identificação, quando você diz ALGUÉM ME ENTENDE e É EXATAMENTE ISSO QUE EU SINTO E NÃO SABIA EXPLICAR? Então, foi isso que me atropelou lendo o tal texto. Eu acho que vou até imprimir e distribuir entre a rapeize, porque me descreveu tão bem que chega a ser ridículo. Abracei com força 20 dos 22 sinais, acho que venci nesse bingo.

"2 - Você tem uma relação amor-ódio com o seu celular", sim, e fica difícil dizer que eu evito o máximo possível atender ligação com gente perto de mim, mas adoro quando me ligam e eu tô sozinho 100% focado no que a pessoa tá me dizendo. "6 - Você gosta de estar com um grupo de pessoas em pequenas doses", porque grupo grande ME MATA, mas eu amo gente. É tanta série pra assistir em engarrafamento, livro pra ler em fila, planos de dominação mundial e planejamento de ciladas do bem que "14 - Você raramente fica entediado". É quase um DEVER pra mim cumprir o "22 - Você é um amigo leal", porque não é todo dia que alguém aprecia minhas esquisitices e eu não posso desperdiçar gente por burrada minha.

Eu já estava alcançando o Nirvana lendo a lista, então BERREI mesmo quando, e vocês vão concordar comigo, bati o olho em "12 - Você parece estar flertando com todo mundo".

VOCÊ
PARECE
ESTAR
FLERTANDO COM TODO MUNDO



Já comentei do meu ~probleminha~ aqui e aqui, então vocês já podem tatuar INTROVERTIDO na minha testa.

Posted on sexta-feira, setembro 09, 2016 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, setembro 08, 2016

Tenho pra mim que a maioria da população é extrovertida ou eu que só procuro no lugar errado. Talvez eu engane com essas aventuras e causos, essa franqueza e vulnerabilidade em alguns textos, mas só brinco de extroversão até a página 2. Posso sair com um monte de gente, fazer uma social com as minhas pessoas e tal, mas, no fim do dia, estou EXAUSTO e quero hibernar até a próxima semana.

Eu sou o curioso caso do introvertido que ama estar com pessoas. Como não dá pra levar todo mundo pra hibernar comigo (eu tento), eu é que tenho que sair. E, sem brincadeira, 90% dos meus amigos são extrovertidos. Sair com eles é sempre um desafio. Um desafio gostoso, no final eu geralmente termino felizão, mas ainda assim um desafio.

Uma coisa que eles ainda não aprenderam, por mais que eu fale, é que não sei lidar bem com grupos grandes. Ainda mais se todo mundo é falador, gritão e piadista. Eu me apago e fico de boa num cantinho. Não de propósito, simplesmente acontece. Fico o tempo todo alerta, tentando participar e me interessar, forçando uns sorrisos, mas meio paralisado. Às vezes, o esforço (não sei explicar que tipo de esforço é, mas vocês vão saber se forem como eu) é tanto que eu me canso e desisto.

"Eu poderia estar em casa agora"
(Às vezes, eu também penso: "Podia ter trazido um livro") 

E daí acontece O PIOR, que é a galera incomodada com minha taciturnidade. "Nossa, Felipe veio pra quê? Só fica parado kkkk", "É assim que você se diverte?", "Você tem que se divertir mais, sabe?". Eu fico pra morrer, porque eu me sinto dez vezes mais deslocado e incapacitado. Até culpado, porque eu deveria estar pulando, dançando e gritando junto. Tipo, você é a PESSOA CHATA do grupo. E como eu detesto ser a PESSOA CHATA, mexe com a minha autoestima de um jeito... Ainda mais que eu sei que posso ser maravilhoso em outros ambientes, mas, para aquelas pessoas, eu sou a pessoa muda e triste.

Eu não posso falar por todos os introvertidos do mundo, mas, assim, se você tem um amigo mais na dele, não o faça se sentir pior do que ele já está. Nem todo mundo é socialzão, descolado etc. Às vezes, a gente quer participar, mas não sabe como. Então, ao invés de apontar o óbvio do "VOCÊ NÃO ESTÁ SE ENCAIXANDO KKKK", você pode tentar convidá-lo a participar. "Quer ir com a gente ali?", "Quer tentar essa coisa nova? Eu te ajudo". Pode puxar papo também, a gente não morde. Também vale aceitar que tem horas que a pessoa só quer ficar na dela mesmo. Como eu disse, chega uma hora que estamos EXAUSTOS e culpar a gente por não querer participar não muda nada, só nos rende um desgraçamento mental enquanto a gente foge pra recarregar a bateria longe das pessoas.

Posted on quinta-feira, setembro 08, 2016 by Felipe Fagundes

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terça-feira, setembro 06, 2016

Eu tenho um sobrinho de 6 anos, e ele também atua como espião e fofoqueiro mirim nas horas vagas. Rende momentos ótimos. Ele veio contar pra mim e pra minha mãe sobre um fulano e minha irmã (mãe dele).

- Vó, eu acho que a minha mãe tá bem namorando com o fulano.
- Por que você acha isso?
- Ela acha que eu sou bobo. Eu pulo no sofá pra dar um abraço nela, mas tô é de olho no celular na mão dela, só vejo a fotinha do fulano no zap.

HAHAHAHAHAH

- Você não gosta dele?
- Não sei...
- É porque ele é preto?
- CLARO QUE NÃO, VÓ. ISSO É PECADO.

Amém.

Posted on terça-feira, setembro 06, 2016 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, setembro 05, 2016

Minha política de amizade tá gravada em pedra, e a primeira cláusula diz assim "NÃO COBRE CONSIDERAÇÃO, FELIPE". Não sei em que momento da vida eu aprendi isso, mas, gente, sempre me pareceu mais jeitosinho ser a pessoa cool e de boas do que a que passa vergonha pedindo migalhas dos amigos. Então, assim, meu coração sente cada furo, pisada de bola, bolo, traição e abuso, mas eu me seguro o máximo para não fazer nada a respeito. Quer dizer, eu apenas vou tirando meu time de campo e me afastando sem muito estardalhaço. Porque eu acredito que os meus amigos QUEREM estar comigo e QUEREM me fazer bem. Se fica evidente que um deles não quer e não dá a mínima pra mim, bom, I AM THE SUN, eu sigo em frente e deixo a pessoa pra lá. Se a pessoa não quiser trabalhar para uma amizade decente, não sou eu que vou obrigar.

(E, gente, não tô dizendo que quero todos ao meu redor me adorando e glorificando mas pensem no assunto. Vocês devem saber muito bem a diferença entre uma boa amizade e uma amizade bosta. Você sabe quando bagunçam com você)

Daí eu estava desabafando com um amigo meu sobre pessoas que me dizem uma coisa, me dão a palavra delas e fazem tudo diferente. Tipo, EU NEM PEDI PROMESSA NENHUMA. Era melhor simplesmente não me dizer nada.

- Eu fico meio perdido, sabe? Entre todas as pessoas, eu escolhi aquela porque ela me disse que estaria lá por mim, daí ela ignora o compromisso por qualquer motivo besta e eu fico na mão. Por que as pessoas vivem fazendo isso comigo já que eu sou um amor? Era só dizer que não poderia me ajudar, eu iria atrás de ajuda em outro lugar, sabe?
- É porque você não se importa.
- Oi?
- Você não se importa quando isso acontece.
-

 Acho que meu olho tremeu de verdade


Daí eu fiquei, mas, meu filho, a gente só está tendo essa conversa PORQUE EU ME IMPORTO, mas então entendi que o fato é que eu não demonstro que me importo.

Tipo, gente fura comigo e eu: :)
Gente me promete coisas, eu confio e nada acontece, feijoada: :)
Gente mente pra mim SEI LÁ POR QUÊ e eu: :)
Gente invade minha casa, põe fogo nos móveis e na minha família e eu: :)

"Ah, o Felipe não reclamou nem me enviou ao tribunal porque eu faltei à toa esse compromisso super importante que eu dei minha palavra que ia, então não devia ser tão importante assim, ele me chamou só por educação"

Olha, FRANCAMENTE. Me perguntando se as pessoas me enxergam como o coração de gelo inabalável sendo que eu claramente sou o oposto. E a culpa é minha ainda por cima.

¯\_(ツ)_/¯

EU VIM A ESTE MUNDO PARA ME IMPORTAR. Vou ter que rever todas as minhas pedras entalhadas. Amizade é um troço bem difícil às vezes.

Posted on segunda-feira, setembro 05, 2016 by Felipe Fagundes

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sexta-feira, setembro 02, 2016

 
Caio e Jout Jout discutindo por causa de pizza e capitalismo agressivo (?), e eu tenho que dizer que sou Team Jout Jout. Sabe aquela estratégia de "Leve 3 por 5 reais, mas com mais 1 real você pode levar 6"? Então, mesmo precisando e querendo só 3, o Caio paga 6 reais pelos 6. A Jout Jout e eu levamos só o que queremos mesmo e cagamos para a promoção.
 
Já sofri muito com refrigerante. "Leve 300 ml por R$3,50! 500 ml por R$4!". Me deixava desgraçadíssimo, porque, caramba, só 50 centavos a mais! Parece burrice pagar só pelos 300 ml. Mas eu só queria 300 ml, sabe? Na verdade, eu bebo ainda menos que isso. Não sei se o burro sou eu que perco a promoção ou se quem paga os centavos a mais é quem está caindo na armadilha.
 
Nos Mc Donald's da vida, tem aqueles combos que custam 20 reais, daí vem hambúrguer, refrigerante GRANDE e batata frita GRANDE. Teve um dia que eu pedi pra trocar pelos pequenos e: ficava mais caro.
 
- Mas moça...
- Pois é.
- Você não pode apenas me dar, tipo, menos refrigerante? Eu pago pelo grande e você me dá o pequeno. O mesmo com a batata, pode ser?
- Mas você vai ter menos refrigerante.
- É exatamente o que eu quero.
- Não sei... Tenho que ver...
 
Ela acabou aceitando o acordo, mas me senti numa esquete do Porta dos Fundos.

Posted on sexta-feira, setembro 02, 2016 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, setembro 01, 2016

Parece que, quando a vida não me dá um dilema pra resolver, eu tenho que inventar o meu próprio e, juro, dia desses eu tava pensando o que eu faria se eu pudesse curar o câncer beijando a boca das pessoas. Tipo um superpoder, saca? Mas, assim, não um selinho, um senhor beijo mesmo.
 
Estaria eu disposto a salvar a humanidade beijando na boca dela?
 
Eu fiz essa pergunta casualmente para o Luiz.
 
- Hoje eu tenho aula à noite.
- Humn...
- ...
- ...
- ...
- Você salvaria todas as pessoas do mundo se tivesse que beijar na boca delas?
- QUÊ?
 
Porque eu acho que iria querer salvar, sabe? Mas, gente......................... BEIJAR BOCAS. Não só bocas jeitosinhas, acompanhadas de pessoas pelas quais você sente um tchun, mas TODAS AS BOCAS. Bocas de todas as idades (pensem na terceira idade) (e nas crianças!!!), gêneros, orientações sexuais, classes sociais e fumantes. E você seria tipo A CURA DO CÂNCER e eu não tenho certeza se seria bom o que a humanidade faria com você se você chegasse num microfone e gritasse "Aê, galera! Façam uma fila aqui, vou curar o câncer de vocês!". E meio que não é uma coisa que daria para fazer na surdina, sabe? As pessoas falam.
 
- Mas aí você está sendo egoísta, Felipe.
- EU NÃO ESTOU SENDO EGOÍSTA.
- Está.
- EU SÓ ESTOU PENSANDO EM MIM.
- ...
- Ah, droga.
 
Porque é óbvio que eu estava pensando em como minha vida ia ficar meio desgraçada com toda a fama e grandes responsabilidades, sendo que, cara, CURAR PESSOAS DO CÂNCER. A conversa morreu aí mesmo, mas eu tô pensando até agora que ele, que é candomblecista, teve que me dar esse tapa na cara para eu enxergar algo que, sei lá, Jesus faria (Na verdade, já fez, né, não sei se vocês conhecem aquela história que ele começou curando as pessoas e morreu crucificado).
 
Será que Jesus sabia beijar na boca? Aí já é outro dilema.

Posted on quinta-feira, setembro 01, 2016 by Felipe Fagundes

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