segunda-feira, abril 27, 2015

Alguma coisa aconteceu na transição de pessoa sem jeito para gente simpática. Talvez, eu tenha exagerado um pouco e adquirido um efeito colateral meio bizarro: Eu flerto com as pessoas. Meio que involuntário, sabe? Na época do falecido Orkut, eu deveria ter criado uma comunidade "Sou ogro assim mesmo, não te odeio", mas, nos dias de hoje, eu entraria na clássica "Sou legal, não estou te dando mole". Ou talvez eu esteja dando mole, sim, mas é tudo coisa do meu inconsciente.

Fonte

 Vamos acompanhar os fatos.

(Mas, antes, não esperem que eu transcreva as mensagens e os diálogos exatos, porque, né, memória, não temos. Juro que o espírito está todo aí, sem exageros)

Teve um dia que eu recebi uma mensagem de um número desconhecido dizendo algo como: "Vou chegar um pouco atrasada para o casamento, guarda um lugar do seu lado pra mim!". Normal, né? Pessoas vivem se atrasando para casamentos, a gente guarda lugar na camaradagem e tal, mas tinha um porém: Eu não estava em casamento nenhum e nem indo para um. Eu nem sabia quem era a pessoa do outro lado.

Como eu deveria ter respondido: "Opa, número errado, foi engano"

O que eu respondi: "Adoraria guardar um lugar ao meu lado para você, mas, infelizmente, acho que você mandou mensagem para a pessoa errada"

Me digam: Eu acho que vivo numa comédia romântica, né? Eu estava pensando que a pessoa do outro lado era quem, a Jennifer Aniston? Ainda troquei umas duas ou três mensagens com a pessoa do outro lado, com alguns "Hahahah" simpáticos e foi só.

Dias passaram, e Rute, que é amiga de conversar todos os dias, comenta sobre o mico de ter mandado mensagem pra mim em vez de para outra pessoa que estava no casamento. Aí eu:

- Ah, era você?
- Era oO
- Nossa, não tenho este seu número
- COMO VC ESTAVA FALANDO AQUELAS COISAS TODAS COM UMA DESCONHECIDA???

Hahahahahahah ¯\_(ツ)_/¯

A Ju, por exemplo, foi outra vítima dos meus flertes involuntários. Ju sumiu por motivos de internet inoperante (Aliás, continua sumida, né? Corrente de oração pela internet da Ju, gente), daí me bateu aquela falta, sabe? A qual me fez presentear minha timeline do Twitter com a seguinte declaração inocente:

Antes, o que eu quis dizer: "Ju, volte para o Twitter!"

O que eu realmente disse: "Orando para o mundo trazer você de volta para mim"

TEMPO PARA ANALISAR A FRASE................................................................

Eu me apaixono platonicamente várias vezes (THIS), diariamente, mas raríssimas foram as vezes em que me apaixonei level hard. Eu poderia contar nos dedos de uma mão com alguns dedos faltando. Acho que as pessoas se apaixonam mais por mim do que eu por elas, e isso parece ótimo, mas não é. Já sabemos de quem é a culpa pelo menos, não é verdade? Eu mando os sinais todos errados.

***

Eu soube que tinha que parar quando fui numa livraria comprar pão buscar um livro sobre escrita que eu estava querendo muito, e o atendente me disse: "Esse livro parece ser bom, hein. Acho que vou comprar pra mim também, porque também estou escrevendo um livro".

A resposta que me veio à cabeça imediatamente: "Nossa, que legal! Compra sim. Sucesso aí no seu livro, com certeza vai ser bom. Já tem uma pessoa pra ir na noite do lançamento. Vou querer autografado :)".

Tipo. TIPO??? O atendente. Um desconhecido. Ele poderia estar escrevendo um livro sobre, sei lá, como o racismo é benéfico para a sociedade, e eu lá sendo fangirl (É um estado de espírito, transcende gêneros). Ainda bem que os deuses da sabedoria devem morar todos dentro das livrarias, porque eu tive um lapso de sanidade e usei toda minha capacidade cognitiva para responder com um simples:

"Humn".

Me salvem de mim mesmo.

Posted on segunda-feira, abril 27, 2015 by Felipe Fagundes

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terça-feira, abril 21, 2015

É impossível assistir Being Erica e não ficar pensando em tudo o que a gente já fez ou deixou de fazer na vida. Na série de TV, a protagonista vira paciente de um terapeuta não ortodoxo que a faz viajar no tempo para desfazer as escolhas erradas que ela considera ter feito na vida. COMO NÃO INVEJAR, NÃO É MESMO? 

Eu não acredito em pessoas que dizem que não se arrependem de nada, que fariam tudo de novo, mas também não vi grandes coisas que eu mudaria se tivesse oportunidade. Não encontrei nenhuma decisão que tenha estragado minha vida toda, então fiquei mais com as primeiras coisas que vieram na minha cabeça.

Se eu pudesse voltar no tempo, eu...

MARCARIA LETRA C. Ensino Médio, Olimpíada de Matemática, a escola toda competindo (1º, 2º e 3º anos). Não lembro em que série eu estava exatamente, mas sei que não era do último ano. Aquelas pessoas gigantes ainda me assustavam. A olimpíada era super concorrida porque só 6 pessoas passariam para a 2º fase, mas eu amava matemática e, mesmo disputando com pessoas supostamente mais inteligentes, eu quis participar. A prova foi tão fácil! De 20 questões, eu marquei 19 com certeza absoluta. Uma, eu chutei. Na hora de conferir o resultado, que saía na hora, o professor me disse: "Acertou 18, Felipe, parabéns". 18 era, tipo, muito, mas eu fiquei WHAT?!

O resultado saiu, e eu não passei para a 2º fase. Só gente com 19 pontos para cima que passou. Conferindo minhas respostas com todo mundo, eu vi que tinha SIM acertado 19 também. MAS COMO É QUE PODE, GENTE? Aí fui conferir a prova com o professor responsável, ele mostrou o meu cartão resposta e, risos, eu tinha marcado uma questão errada. Era C, eu marquei D. Tipo, eu sabia a resposta certa, mas, na hora de marcar, marquei a errada. OTÁRIOOOOO.

Sintam o trauma do gênio da matemática que não sabia marcar cartões resposta.


Até hoje tenho pavor de cartão-resposta. Confiro mil vezes e sempre fico pensando em como seria se eu tivesse passado para a 2º fase e, quem sabe, ganhado uma das medalhas, os notebooks para os melhores etc

GUARDARIA A CAIXA DENTRO DE CASA. Essa é da infância. Eu tinha, sei lá, 9, 10 anos? Ganhei um Master System de presente da minha mãe, foi meu primeiro video game. Vinha com o jogo do Sonic na memória, e eu fiquei maravilhado com esse novo mundo se abrindo para mim. Mais fascinado eu fiquei com a carta que veio na caixa. Era um convite! Se eu enviasse o cupom que veio junto para a caixa postal indicada, eu viraria membro de um clubinho de jogadores, receberia jogos grátis, novidades e um cartão de membro oficial pelo correio. Eu fiquei louco para mandar o cupom! Mas deixei a caixa do video game passar uma noite no quintal (não me pergunte, também não sei o motivo) e, quando acordei no dia seguinte, ela estava acabada. Destruída, rasgada, mordida, arrasada. Ela, o cupom, tudo. Ao lado dela, meu cachorro comia feliz os pedaços de papelão. OTÁRIOOOOOOO.

Sintam o trauma da criança que achou que faria parte de um clube incrível, mas ficou de fora porque foi burra.



CALARIA MINHA BOCA. Novamente no Ensino Médio, acho que no 2º ano, 15 ou 16 anos. Fiz curso técnico de Informática junto com o médio, e era dia de entrega de projeto numa das aulas do técnico. Cada aluno tinha que montar um website sobre qualquer coisa e apresentar para o professor. Aquele havia sido o ano em que eu havia ganhado meu 1º computador. Eu sabia absolutamente NADA de computador quando entrei no curso, nem ligar, segurar um mouse, NADA. Não é difícil imaginar que eu não tinha familiaridade com sites e internet.

Mas eu era esforçado. Não queria ser a pessoa caipira que não sabia o que era internet, então procurei em livros - veja bem, LIVROS - como era a aparência de um website decente. E aquele projeto foi, tipo, MEU BEBÊ. O meu site era um teste de perguntas e respostas para você saber qual personagem do Cartoon Network você era. Que adolescente meigo. Eu sempre com mentalidade de criança. Mas, enfim, fiz o melhor que pude.

O professor era muito ogro, mas eu acreditava que Johnny Bravo e as Meninas Super Poderosas podiam quebrar o coração de gelo dele ou coisa assim. Aí chegou minha vez de mostrar o site. Ele odiou. E não escondia, sabe. Estávamos numa sala com os outros alunos, ele passava no computador de cada um para ver os projetos. Ele reclamou de cada centímetro na tela. E eu realmente acho que as críticas dele eram válidas (Eu procurei em livros, gente), mas, naquela hora, eu só... MEU BEBÊEEE :(((

E o professor ficava "MAS TEM UMA INTELIGÊNCIA POR TRÁS DISSO?", "É SITE PRA CRIANÇA? CRIANÇA SABE ACESSAR ESSAS COISAS?", "VOCÊ NÃO SABE QUE LINK É AZUL?", "E ESSA FONTE GIGANTE? É SITE PRA CEGO?".




Site pra cego Hahahahahahah

Ele não parava de falar mal, aquilo foi me sufocando, eu achando que a turma toda estava prestando atenção na minha mesa, o mundo girando, eu morrendo de vergonha, eu tentando falar e ele me cortando. Aí eu:

- XIIIIIIIIUU.

Tipo, xiu. Shhhh. Chega. Também conhecido como Cala a Boca. Eu mandei o professor parar de falar.

O cara explodiu.

- QUE XIU, O QUÊ? VOCÊ TÁ PENSANDO QUE ESTÁ FALANDO COM QUEM? (Agora, sim, a turma toda estava ouvindo) MAS QUE MERDA É ESSA DE XIU PRA CIMA DE MIM? EU NÃO VOU VER CARALHO DE SITE NENHUM SEU.

E jogou o mouse na mesa, arrastou a cadeira pra trás bruscamente e me deixou lá, atordoado, com cara de bunda olhando para o meu computador sem saber como controlar a situação, morrendo de vergonha, querendo morrer de verdade. OTÁRIOOOOOO.

Sintam o trauma do jovem caipira que não sabia o que era internet e nem como o mundo era puxado.

Ou eu faria o melhor site do mundo ou apenas ficaria quieto enquanto o professor xingava minha criação se pudesse voltar no tempo.
***

E eu achando que não tinha traumas Hahahahah VEM NI MIM, DR TOM!

Mas me contem aí uma coisa que vocês mudariam se pudessem voltar no tempo. E não me venham com "não mudaria nada, faria tudo de novo", porque eu sei que vocês fizeram cagadas também.

Posted on terça-feira, abril 21, 2015 by Felipe Fagundes

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quarta-feira, abril 15, 2015

"Fascinante: adj. Encantador; que é capaz de fascinar, de causar fascínio; que é cativante."
 
Ou seja, fascinante é uma característica bastante subjetiva, de modo que eu compreendo que me interpretem mal quando uso a palavra. É frequente eu chamar algo de fascinante, e as pessoas acharem que estou sendo irônico, mas é justamente o contrário. Pera, eu acabei de definir ironia. É o contrário do que vocês pensam que é. É uma ironia irônica. Isso está ficando difícil.

VAMOS APRENDER COM EXEMPLOS.


Gente, uma vagina e um pênis cantores. Infantis! Reparem que é uma ideia que tinha tudo para dar errado, mas, de alguma forma muito mágica, foi parar na TV sueca. Sentiram a magia? Vocês conseguem imaginar o brainstorming para a produção do piloto e aprovação da série?

- A pepeca precisa de mais vivacidade. Acho que vamos ter que trocar por uma soprano, a pepeca contralto não está rendendo.
- O pênis dança bem, mas parece desafinar no refrão. Esse tipo de coisa dá para consertar.

E FOI PRA TV!

Cinquenta Tons de Cinza fez sucesso? Fascinante! Uma fanfic, pessoal, UMA FANFIC. O texto é ruim? Pode ser. A trama é absurda, chegando a ser tosca? PODE SER. Mas foi fenômeno! Bestseller! Virou filme! Muitos dinheiros!

Kim Kardashian tá aí quebrando a internet todo dia e dominando o mundo, e qual é o grande talento dessa mulher? NÃO SEI. Mas vocês concordam que para terminar com um império, tendo começado com uma sex tape, alguma coisa muito incrível tem que ter acontecido no meio? É fascinante!



Como se olha para Kim Kardashian e enxerga uma mulher inútil? Como podemos chamar uma franquia milionária de lixo completo? Como órgãos genitais QUE CANTAM na TV são uma ideia péssima?

Notem que o meu fascínio está todo na mágica que transforma um cenário não muito promissor em algo funcional. EXISTE ALGUMA COISA INCRÍVEL ALI NO MEIO. Entendem? Quando penso que "ISSO NÃO FAZ O MENOR SENTIDO E... Pera, mas está ali", fico maravilhado. É inevitável. Pode desafiar a lógica, intrigar nossos valores e dar um nó em nossos cérebros, mas, gente, existe. Está acontecendo. Atraindo pessoas. Eu curto a humanidade assim, apreciando ideias malucas e dando oportunidade para qualquer um.

"Fascinante: adj. Estas coisas malucas e maravilhosas da vida." 

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Se você curte notícias fascinantes, eu ando compartilhando algumas na página do blog no Facebook. Textos menores que não aparecem por aqui também! A gente ri um bocado.

(Você também pode seguir o blog pelo GFC clicando na caixinha dos seguidores ali do lado - confesso que é mais pelo apoio moral mesmo -, ou receber os posts na sua caixa de entrada, deixando seu e-mail também ali na barra ao lado)

Posted on quarta-feira, abril 15, 2015 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, abril 13, 2015

"Pessoas que leem são mais legais". É o que disse esse estudo aqui, e eu já cliquei no link achando que ia ver aquele discurso de que ler é cult, TV é pra gente burra, fora BBB etc. Mas, olha, nem foi. O que o estudo descobriu é que as pessoas que leem possuem mais empatia pelos outros, porque elas estão acostumadas a sentir empatia pelos personagens dos livros. Logo, são mais legais nesse sentido.

Parei para refletir se era verdade e, bom, faz sentido sim.

Óbvio que isso vale para série de TV, novela, filme, quadrinhos... Qualquer narrativa. Quer dizer, qualquer história com um ponto de vista favorável, onde você confia no narrador, causa empatia. Eu acho que é aí que livros transformam pessoas.

Eu já me peguei compreendendo cada gente! Já torci pra amante porque, poxa, ela merecia mais que a fiel, mesmo o cara sendo um safadão. Já torci pro cara safadão também. Já quis que a polícia deixasse o assassino em paz porque ele precisava matar, ok? Ele era uma boa pessoa. E nunca que eu vou querer que a garota mentirosa e impulsiva da Sophie Kinsella se dê mal no final. John Grisham deixou o Twitter raivoso no ano passado com uns comentários polêmicos sobre pornografia infantil, e eu só queria dizer PEDÓFILO TAMBÉM É GENTE por causa de uma tal JK Rowling e seu livro Morte Súbita, que mostra parte do drama de um pedófilo sofredor.

 Fria e Calculista

 Traficantes de Drogas

 Assassino por prazer

(Vocês estão pensando que os livros me transformaram numa pessoa horrível, né? Mas, ó, também quis bandido atrás das grades, empregadas domésticas dando lição nas patroas metidas e torço veemente pela Casa Stark, apesar de não existir família mais amaldiçoada por Deus)


Apenas um ser atormentado por uma criança mala
Brinks

A questão é que lendo a gente não vive apenas a nossa vida. Vivemos umas duzentas. Não precisei me prostituir e nem viajar no tempo para saber que prostituta do século XIX sofreu pra caramba. Misturamos fragmentos da nossa vida com alguma outra coisa diferente e, geralmente, dá certo. Daí que, ao invés de apontar nosso dedão incriminador para tudo que parece suspeito ou que a gente não entende, nós aprendemos a parar, observar e tentar compreender. Parece mesmo coisa de gente legal. Todo mundo sai ganhando.

***

Eu sei que vocês também já torceram pelo sucesso de uma galera bem dissimulada, truculenta, safada e que, à primeira vista, não desejariam ter esses seres como amigos ou sequer vizinhos, né? (Digam que sim) (Ou isso ou finjam que esse texto nunca existiu e eu sou normal)

Posted on segunda-feira, abril 13, 2015 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, abril 06, 2015

É bem provável que, a essa altura do campeonato, você já tenha ouvido falar do canal da Jout Jout no Youtube, mas, caso seus amigos sejam péssimos, tô aqui te dando esta dica amiga: vai fundo.



Eu já cultivava a filosofia da Big Picturização faz tempo, só não tinha um nome, coisa que apenas uma pessoa como Jout Jout pode dar. É bem simples e parte do princípio que você tem um problema:

Passo 1: Encare seu problema.
Passo 2: Repare no tamanho do seu problema.
Passo 3: Verifique que diferença esse problema vai fazer no seu dia.
Passo 4: Pense melhor e veja que diferença esse problema vai fazer na sua semana, no seu mês, neste ano...
Passo 5: Reflita se vale a pena parir um filho por causa desse problema.

Porque, gente, não tem condições de parir um filho por causa de um ônibus perdido. Ou de uma mancha na camisa. Ou de uma unha quebrada. Não dá para explodir por causa de um aperto no metrô ou achar que é o fim por causa de um despertador que não despertou. Como ficam seus nervos, meu bem? E a sua sanidade? E o câncer sendo gerado no seu estômago?

E, veja bem, não é o fato de reclamar, de achar uma coisa ruim. Ninguém gosta de perder o ônibus ou a hora, né? A questão é a sua reação. QUE MERDAAAA, VEIO PICLES NO MEU HAMBÚRGUER, POR QUE O UNIVERSO ME ODEIA TANTO??? TUDO DE RUIM ACONTECE NA MINHA VIDA, MERDAAAAA. Além de eu achar que você morrerá antes dos 40 (ou no corpo ou na alma), ninguém aguenta gente mala assim.

Nunca achei que fosse dizer isso, mas discordo da Jout Jout num ponto: quando ela diz que não temos problemas de verdade, "olha as crianças na África", a gente tem comida, tem um teto etc. Que gente que passa fome tá pior do que eu, isso com certeza, mas cada um vive sua realidade. Não dá para minimizar os problemas dos outros baseados numa outra realidade. Uma coisa que pode ser super idiota para mim pode ser de extrema importância para outras pessoas. Aquele menino saiu do One Direction semanas atrás, e eu tive que googlar pra saber qual carinha exatamente foi, e o mundo deve ter acabado para alguns fãs. Não se diz para uma pessoa dessas pensar nas crianças da África e parar de ser tapada. É importante para ela e ponto.

Mas, né, não custa tentar ver a Big Picture, o quadro geral da coisa toda. Às vezes, no fim das contas, o problema não deveria ter sido nem notado, muito menos provocado o apocalipse ou a volta de Jesus.

Posted on segunda-feira, abril 06, 2015 by Felipe Fagundes

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