Acho que, depois da minha performance troncha no NanoWrimo, eu engatei nessa coisa de escrever e levar as ideias até o fim embora vocês possam perceber que essa é uma constatação falha conferindo o número de histórias que terminei: zero. Ok, estou tentando terminar, e isso já é um avanço. Não me contradigam. Assim que Novembro se foi, eu tratei de organizar uma nova meta pra mim, mesmo tendo o fantasma do TCC ainda me assombrando. Fui modesto, 250 palavras por dia. O resultado?


Dá pra enxergar claramente no gráfico quando foi a semana de defesa do TCC e o quão LIBERTO me senti quanto o trabalho ACABOU ainda tenho 22 correções pra fazer SOCORRO. Como eu fui possuído pelo espírito da Nora Roberts na metade do mês, acabei aumentando minha meta ridícula para algo um pouco mais desafiador mas não tanto, ainda quero o sentimento de vitória no fim do mês.

E essa é a boa notícia: Estou indo. Não desisti. Falta pouco para o meu primeiro rascunho acabar. FALTA POUCO. Eu acho super besta da minha parte ficar comentando sobre uma história que nem tenho 100% de certeza se vai pra frente, então, não vou comentar nada sobre. Não mais.

Porém, eu não me contive e comecei a escrever uns mini contos avulsos, usando personagens da história principal. E - TCHARAM - sobre esses, eu posso falar. Um deles está publicado, inclusive, no WattPad (ninguém sabe o que é, ok). Querem me dar uma força? Façam isso lendo esse conto de 2 páginas e mandando amor pra mim em forma de comentários, votos, visualizações e boas vibrações. Também estou aceitando críticas. Mas foquem no amor.


Uma sinopse: "Conversas sobre bebês eram sempre entediantes e desnecessárias. Seguiam o mesmo protocolo: dizer que a criança era linda, que era um monstro de Frankenstein com partes do corpo de todas as pessoas da família e se maravilhar com as funções básicas do corpo humano, como respirar e babar."
Indo totalmente contra a cultura adoradora de bebês, Téo acha que todos os bebês são iguais e comuns. Mas, talvez, ele apenas não tenha conhecido um dos bebês realmente interessantes.

Vamos ignorar a capinha sofrível Fiz no paint (Desnecessário dizer) e saber abstrair. Bebê Interessante é uma brincadeirinha, apenas. Diz a lenda que, assim, conheço meus personagens melhor. Hipótese ainda não comprovada.

Isso é tudo :-)