segunda-feira, janeiro 23, 2017

Não sei se já deixei transparecer alguma vez que gosto muito de Survivor, TALVEZ NÃO, então vou contar pra vocês sobre Hannah Shapiro.

O texto a seguir contém spoilers de Survivor Millennials Vs Gen X!

Toda semana eu vou no último episódio da temporada 33, assisto 30 segundos, morro de rir e restauro a fé em mim mesmo. A Hannah com 24 anos caiu na tribo dos Millennials (coitada), aquela tribo cheia de gente descolada, gente bonita, gente cool, xóvens e tal, aquela galera que cria seu próprio lugar no mundo, sonhadora etc etc. Daí a gente olha pra Hannah:


Até ela brincava que o jogo era Pretty People Vs Weirdos. Hannah ficou cheia de tremeliques na primeira vez que foi para o Conselho Tribal, quando a aliada dela foi eliminada de surpresa. Teve uma prova que ela NEM ESTAVA PARTICIPANDO, mas, só de olhar, teve um ataque de pânico, ficou toda asfixiada e chamaram os médicos correndo pra salvar a menina. Ela tinha todo um histórico de ansiedade e dava pra enxergar claramente que Hannah era uma coisinha frágil se comparada com os demais. Não era fisicamente forte, não era boa no social, aquelas que a gente já espera indo embora mais cedo ou mais tarde.

Só que, gente, alguma coisa aconteceu ali no meio que Hannah virou UMA FORÇA DA NATUREZA e simplesmente tomou as rédeas da coisa toda. Era amiga de todo mundo? Não era, mas fez aliança com quem deu, arquitetou planos, convenceu muita gente a fazer o que ela queria (inclusive, ser eliminada no lugar dela!!!), FLERTOU BONITO e ainda chegou até a final toda confiante.

Até coloquei no Youtube com legendas o trecho da Reunion que me faz a pessoa mais feliz da face da Terra, porque, caramba, QUE MOMENTO. Nem de longe parece a mesma pessoa.

TODO MUNDO RINDO HAHAHAHAHAH A CARA DELA HAHAHAH A DESCOLADEZ FALANDO O QUE SENTE NA CARA DAS PESSOAS. ATÉ O JEFF RIU.

Eu sempre brinco que uma forma de encarar os próprios medos é vestir um personagem e agir como se fosse outra pessoa. Fico agoniado conhecendo gente nova, meu instinto me diz pra me esconder e ficar quietinho, mas o que eu faço? Finjo que sou super descolado e converso até não poder mais, como se fosse natural e fácil. Finja até que atinja, sabe?

A gente se trava muito. Aquela pessoa bonitona pode estar, sim, interessada em você de verdade. Seu currículo pode ser interessante. Seus amigos gostam mesmo de você. Você tem total capacidade de estar onde quiser. Ainda acha que não? Amigo, faz a Hannah e vê no que dá.

Meu coração pra sempre a Hannah já tem.

Posted on segunda-feira, janeiro 23, 2017 by Felipe Fagundes

No comments

***

segunda-feira, janeiro 16, 2017

Uma das minhas crises recorrentes é sentir que, daqui a alguns anos, eu vou sofrer um acidente fatal em casa e só vão encontrar meu corpo 5 dias depois, quando o gato ou o cachorro já tiverem comido dois terços da minha cara. E olha que eu tenho evidências, porque teve um final de semana que minha mãe foi viajar e ocorreu aquele fatídico dia em que eu APAGUEI de meio-dia até o dia seguinte. Alguém notou minha falta? Tinha alguma ligação ou mensagem de preocupação no meu celular quando acordei? Nadica. Isso, meus amigos, chama-se SOLIDÃO. Eu não sou o whatsapp de ninguém e isso me mata por dentro às vezes. Mas eu supero até não superar mais.

 Superando!

Eu não sei que mágica de sucesso eu fiz, mas eu realmente tenho muitas pessoas AGORA e sou grato por cada uma delas. Cara, não sei o que eu faria sem as minhas pessoas. Algumas eu cultivei, outras Amanda Palmer e Jesus trouxeram pra mim nos últimos dois anos. Não tenho muito do que reclamar, é bem mais do que eu esperava com a minha personalidade fechada e meio ogra.

Mas eu não consigo parar de pensar no futuro. A festa está muito boa, está todo mundo aqui, mas e daqui a dez anos? Como será? Estou vendo meus amigos iniciando namoro e desaparecendo. Tô vendo todo mundo casando e tendo filhos e ficando quase que indisponível. É como se minha rapeize fosse morrendo aos pouquinhos. Acontece que o ciclo da vida é esse mesmo, eu acho. Seus amigos te sustentam por um tempo, até que cada um encontra sua pessoa, aí a vida já é outra. Não há necessidade mais daquela atenção especial que havia antes, porque já tem uma pessoa cuidando carinhosamente de você e seus amigos já tem as pessoas deles. Organizando direitinho, todo mundo fica feliz.

Eu tô dizendo isso agora, né, porque, por mim, todo mundo ficava solteiro pra sempre. Risos. Eu desorganizei o rolê todinho tendo 25 anos na cara e 0 relacionamentos no currículo. ZERO. Então, o que acontece é que eles seguem com a vida e eu fico aqui inventando o que fazer.

Inventando!

Foi tentando ignorar as verdades aí de cima que eu tomei algumas bandas. 100% dos meus amigos mais próximos está namorando ou casando ou tendo bebês, e eu estava querendo fingir que estava tudo igual. Chamando para sair, puxando conversa, estando disponível para eles, aconselhando, cancelando minhas coisas quando eles precisavam de mim... Me doando bem, sabe? Mas quando eu que precisei...

A penúltima banda foi quando chamei um deles para montar um grupo e ir ao cinema. Eu queria muito falar com ele. É um dos meus melhores amigos e eu tava sentindo faltar de passar tempo com ele. Ao que ele respondeu (depois de ter ignorado a mensagem e eu ter insistido numa resposta, mas enfim):

- Poxa, não vai dar por agora, tá tudo muito corrido, mas um dia vamos sim :-/

Fiquei triste, mas ok. A vida de todo mundo fica corrida e nem eu tenho todo tempo do mundo. Juro que perguntei o que ele andava fazendo não para que ele justificasse a falta de tempo, mas para eu saber mesmo o que esse amigo do qual eu não tinha muita notícia estava fazendo da vida. Um curso novo? Estudando para alguma prova? Um projeto especial?

- Ah, você sabe, trabalho, igreja, academia, namoro...
- ............................................... Sua vida normal, no caso
- Sim! Hahahah
- Eu estava chamando sua namorada pra ir também
- AH, EU POSSO, SIM, QUANDO VAI SER?

Ele só podia sair se fosse com ela. Tempo ele tinha, né, então tirem aí suas conclusões, porque eu não aguento mais pensar nisso, só sei que não me senti bem.

Fui convidar outro amigo excelente para jogar xadrez, comer pizza, alguma coisa, eu só queria pessoas. Conversamos pelo whatsapp, marcamos para o dia seguinte, eu bem feliz, tudo certo. Cancelei alguns compromissos que poderiam ser adiados para dar lugar a esse rolêzinho e fui confirmar pela manhã.

- E, aí, tudo ok pra hoje? Onde a gente vai?
- Ih, cara, não tô disponível não
- Ué. Mas ontem vc disse que estava.
- Foi minha namorada que tava mexendo no celular e falou contigo kkk Não dá pra mim não

GENTE. 

Essa banda simplesmente LIBERTOU MEU DRAGÃO INTERIOR de um jeito que nunca vi antes, fiquei REVOLTADO, quis cabeças rolando, explodir alguma coisa, sentar numa wrecking ball, INDIGNADO. Então respondi:

- Ah, ok. Valeu. Tchau :)

17 horas depois (que é o tempo que levo para digerir minhas emoções), eu cheguei à conclusão de que essas coisas todas não foram mesmo legais. Foi como se carimbassem um DESCARTÁVEL no meio da minha cara. Também não vou pensar muito mais sobre isso.

O fato é que também não farei nenhuma performance dramática. Cansei. Não é a primeira vez que acontece, tanto que já estou até acostumado e acreditando que a coisa toda é assim mesmo. Quando se começa a namorar, os amigos perdem um pouco da relevância. Quer dizer, eles continuam importantes, mas de um jeito diferente. O foco de quem entra num relacionamento romântico está em outra pessoa agora.

 Ok, no Twitter eu fiz drama, sim, ninguém é de ferro

Cortei a rapeize todinha da minha lista de Viver Pessoas. Se eles quiserem, eles podem me chamar para os rolês, pra conversar, para o que estiverem querendo de mim no momento. São meus amigos, estarei lá. Mas não vejo mais sentido em investir tanto assim no laço. Só vou tomar tocos, bolos e passar por essas cenas lamentáveis. Acho que estou investindo meu tempo em pessoas ótimas, mas erradas. Enquanto todo mundo está seguindo com a vida, eu estou ali observando, apoiando, ajudando... Mas e a minha vida? Como os meus relacionamentos evoluem?

A Lilian me marcou nesse texto e, gente, a Idade Decisiva É REAL

Eu sei que quero conhecer gente nova. Quero investir meu tempo em pessoas solteiras, que sei que vão ter mais tempo e estarão no mesmo barco que eu. Eu nem estou dizendo que quero NAMORAR, a menos que isso seja a única coisa que me garanta ter pessoas por perto pra sempre. Caso não seja, estou aí para fazer novos amigos, desses que não vão desaparecer tão cedo. Talvez, TALVEZ, seja um pouco de desespero da minha parte, mas vou saber que pelo menos tentei.

VAMOS ACOMPANHAR.

Posted on segunda-feira, janeiro 16, 2017 by Felipe Fagundes

No comments

***

segunda-feira, janeiro 09, 2017

Eu estava enrolando para começar os trabalhos de 2017 aqui no blog, e, juro pra vocês, não foi por causa de procrastinação. Tenho alguns textos para postar, mas eu sempre abri o ano com Um Grande Ensinamento, que é algo que vem do além, me atropela e rege minha vida durante o ano todo. Fazer Coisas! Viver Pessoas! Não tenha vergonha! Seja vulnerável! Mas não dessa vez. Até quebrei a cabeça tentando forçar uma mensagem cafona do jeitinho que gosto, mas me toquei que, se eu estou forçando, então não é ela. Porque Um Grande Ensinamento não é uma frase de autoajuda barata. Quer dizer, pode até ser, mas ela precisa me consumir, me desafiar, me atropelar forte mesmo. Toda mudança na minha vida vem de uma catarse emocional, mas o universo ficou devendo uma dessa vez.

O que a gente faz então?  ¯\_(ツ)_/¯

2015 e 2016 foram anos muito bons para mim. Eu aprendi um tanto de coisa nova que REALMENTE mudou meu jeito de pensar e de me comportar, coisas que eu sentia falta, mas não sabia o que eram. Não tenho do que reclamar. Eu sinto que essa jornada de descoberta me fez tão bem que eu não sei mais o que enfiar nela além do que já me desafiei. Ser quem você é e enxergar as pessoas como elas são não paga as contas, mas, gente, faz muito feliz sim. Não sinto necessidade de algo novo, só quero melhorar o que já tenho.

Eu amo muito o que eu já tenho.

Na semana passada, circunstâncias inexplicáveis (mentira, foi aquela treta com a Sonserina e o Pottermore) me levaram a fazer o teste oficial para saber em qual casa de Hogwarts eu cairia se o mundo bruxo realmente existisse e eu morasse na Inglaterra (Tenho pra mim que eu seria trouxa com orgulho, mas não tem essa opção). A coisa toda é bem bobinha, mas eu também sou, então tiveram estas duas perguntas que REVELARAM MEU SER e me fizeram ter assunto para movimentar este blog. Uma perguntava como eu gostaria de ser conhecido. "O Sábio", "O Incrível", "O Poderoso", coisas assim. Marquei "O Bondoso" sem nem pensar duas vezes. A outra era sobre como eu gostaria que as pessoas lembrassem de mim após minha morte. Bom, eu nunca tinha realmente pensando sobre isso (meio que não me interessa muito, pois estarei morto???), porém gostei da "Sentiriam minha falta, mas sorririam".



Querendo ou não, a gente tem todo um legado, né? Árvores plantadas, livros escritos, bebês com nosso DNA, contribuições para a humanidade, impérios magníficos... Ou nada disso. Tudo bem que eu escrevo histórias e talvez elas fiquem aí para sempre, mas, mesmo que eu não escrevesse, eu ficaria satisfeito com este legado que é nosso impacto na vida das pessoas, esse sorrisinho saudosista pós-morte. Quer dizer, gente, estamos na Terra PRA QUÊ? Fazer a vida dos outros mais miserável? Vou deixar a glória e o poder para o Sábio e o Incrível, mas essa tentativa de bondade ninguém pode tirar de mim. Aliás, só depende de mim mesmo. É a minha escolha.

Eu li no A Idade Decisiva que é interessante você montar seu currículo como se contasse uma história que faça sentido.  A autora chama de "capital de identidade" essa história que a gente conta, que mostra quem somos. Algumas escolhas contribuem com nosso capital, outras não. O lance é sempre ir agregando conhecimento e experiências que façam sentido para a visão que temos de nós mesmos.

O meu desejo para 2017 é só esse: fazer sentido. Não é como estar preso numa jaula e não descobrir mais nada de novo sob o sol. Eu quero profundidade. Já descobri minha mina de ouro e quero cavar mais. Quanto mais fundo, mais eu sei o que combina comigo, mais eu sei do que eu gosto, mais satisfeito fico. Sorte minha que, por acaso, isso deixa todo mundo ao redor feliz.

Pra vocês que entendem de Harry Potter, caí na Lufa-Lufa. Não sei exatamente o que significa, mas me disseram que isso é óbvio, pois sou o poster boy de lá. Para quem não entende, isso tudo foi só pra dizer que quero continuar mirando naquilo que me faz bem.

VEM NI MIM, 2017!

Posted on segunda-feira, janeiro 09, 2017 by Felipe Fagundes

No comments

***

quinta-feira, dezembro 29, 2016

Uma amiga que fiz no começo do ano disse para mim dias atrás: "Nossa, Felipe, você ficou tão diferente. Você era muito fechado no começo do ano, nem dava pra gostar de você. O que houve? Sério, me conta! Porque alguma coisa deve ter acontecido". Eu gargalhei gostoso. Minha filha, não apenas uma coisa aconteceu, como aconteceu outra também e depois mais outra e esse foi o ano mais transformador da minha vida.


Confesso que nem estou me sentindo essa Coca-Cola toda no momento em que escrevo este texto, mas, graças à minha falta de memória, eu fiz questão de montar um currículo ao longo do ano e contra fatos não há argumentos. FOI SUCESSO. O ano foi muito melhor do que eu jamais poderia imaginar.



Em 2015, a minha meta era sair dessa bolha de NADA ACONTECE FEIJOADA em que eu vivia e fazer um monte de coisas diferentes. Foi o ano em que eu fiz. Não abandonei o espírito de aventura em 2016, mas, assim que Amanda Palmer e Brené Brown me atropelaram, eu sabia que queria mais: Queria ser eu mesmo, queria ser visto e queria ver as pessoas como elas merecem. Vulnerabilidade. Viver de todo meu coração. Talvez um dia isso ainda me mate, mas esse lance de ser fiel aos meus sentimentos o máximo possível desencadeou um monte de desdobramentos. Eu acho que é o que chamam de ser o protagonista da sua própria história e tal. Eu já cheguei transformando em piada uma situação de vergonha e postando minha bunda no blog, gente. Quando eu vou, eu vou fundo.

***

CRISES!
Um entrave para ser vulnerável é que é tudo sobre lutar para ser quem você realmente é. Mas, às vezes, nem a gente sabe quem nós somos, imagina os outros. Eu tive muitas crises ao longo do ano tentando enxergar minha identidade e algumas me bagunçaram todinho. A crise dos 20 me pegou, jogando na minha cara que o tempo é curto e eu não vou conseguir fazer todas as coisas que eu quero, então preciso escolher o que mais tem a ver comigo. Eu tive que olhar fundo para a minha sexualidade e tentar entender o que se passa nessa joça e como isso afeta todos os meus relacionamentos. Mais uma crise por descobrir que o que funciona para todo mundo não necessariamente funciona para mim, porque eu sou EU e não eles. Minha fé atacada foi todo um caso à parte.

EU ENCONTREI JESUS!
No meio do mato, no Youtube, na minha vó, em mim. É incrível como uma pessoa pode viver tantos anos dentro de uma igreja e não chegar nem perto de conhecer Jesus de verdade. Eu tive que me desmontar todinho e continuo me desmontando, cada dia um novo baque. Mas agora eu sei quem sou, eu sei o tipo de cristão que quero ser e sei que Jesus me ama DE UM JEITO que o mínimo que posso fazer em gratidão é tentar amar as pessoas da mesma forma (falhando miseravelmente, mas tentando). Não tem jeito melhor de ver as pessoas do que olhando pela ótica de Jesus. Eu voltei para a igreja depois de 10 meses dando meus próprios passos e agora é um trabalho progredindo lentamente esse de tentar espalhar Jesus mesmo para quem já é crente. Nada nem ninguém vai tirar a Graça de mim. DEUS NO COMANDO.

EXPERIÊNCIAS! 
A Lista continuou a todo vapor e, risos, só aumentou. Eu faço uma coisa e me dá vontade de fazer mais três. A verdade é que nunca vou completar essa lista. Gosto assim. Teve eu me enfiando por acaso em excursão para um parque aquático, teve eu andando de Kart e outras aventuras, mas todos concordamos que o ponto alto foi Felipe Fagundes Crossfitter indo para A BRAVUS RACE.







MEUS BEBÊS NO MUNDO! 
Pois eu simplesmente pari um monte de ideias. Eu estou tão feliz de finalmente ter produzido coisas que as pessoas podem consumir, apreciar e tornar parte da vida delas! Bem no começo do ano, eu consegui meu primeiro contrato como compositor e foi um CHOQUE perceber que pessoas realmente queriam minha música. O cd está para sair já, já, então 2017 já tem coisa boa pra mim! Além disso, como eu jamais paro, eu consegui colocar três histórias no mundo: Não Sei Lidar com Gênios, que já está me rendendo royalties da Amazon; Aquilo Não Estava Certo, meu conto de Natal; E Não Somos Um, ah, meu NS1, que é minha história mais desengonçada, mas pela qual eu tenho todo amor do mundo. Meu Wattpad está O FERVO.






PESSOAS!
Essas que eu vivo dizendo que eu amo. Mas, gente, tem como não amar? As pessoas são simplesmente MUITO BOAS comigo. Eu fico procurando explicação e, juro, não encontro. Não é falsa modéstia. Eu honestamente me considero legal, mas não ESSE LEGAL. Meu ano seria um desastre sem as minhas pessoas me ajudando a chegar onde eu queria. Meus amigos me apoiaram nas crises de um jeito que me deixou embasbacado ("Eu vou falar com você TODOS os dias pra você não se sentir sozinho") e fizeram acontecer Jesus junto comigo, e minhas pessoas toparam encarar várias ciladas do bem Hahahahah E, gente, AS HISTÓRIAS!!! Galera me apoiou com as capas, com a divulgação, com feedback e continuam mantendo meu livro no ranking do Wattpad. Acho que o ápice glorioso foi a campanha do ThunderClap que alcançou 100 pessoas QUE EU NEM SABIA QUE TINHA. Nossa, amigos da escola, da faculdade, da igreja, pessoal do meu trabalho, MEU CHEFE, amigo de infância que eu não via há séculos, minha irmã há muito perdida agora encontrada e amada, gente dos blogs, gente do Twitter que atraiu ainda mais gente, EU NEM SEI COMO AGRADECER.



MAIS PESSOAS!
Cara, eu encontrei UMA IRMÃ HÁ MUITO PERDIDA, VOCÊ TEM IDEIA DISSO? Estamos nos falando com alguma frequência, tentando fortalecer o vínculo, mas já adianto que é amor. Mesma coisa com a minha vó, vocês lembram? Pelo menos uma vez por mês, estou dando as caras lá e é só sucesso. Minha lista de Viver Pessoas, inclusive, está sendo uma mão na roda me ajudando demais a conservar meus laços de amor e amizade. Outra que só cresce.

***

ALELUIA.

Eu sei que 2016 tem sido um ano puxado para muita gente no âmbito pessoal e global, mas acho que todos concordamos que vocês devem vir aqui encher minha cara de tapa se eu ousar reclamar do meu ano. Tiveram coisas que eu não realizei, como aprender a nadar ou finalizar meu banheiro (vocês acreditam que ainda não tenho um box? Hahahah), mas fui feliz.

Do ano que vem, eu já espero algumas coisas. Mais ciladas do bem, mais relacionamentos, menos crises e mais livros e contos publicados por aí. Nem vou falar mais Jesus, porque, caramba, se ele não acontecer mais em 2017, eu nem quero brincar.

Digamos que eu vivi uns 80% com meu coração, andei dando umas vaciladas na vulnerabilidade, mas o resultado foi TOPZERA. Eu quero ir mais fundo. Quem me acompanha até os 100%?

Feliz Ano Novo! JAMAIS PAREM.

Posted on quinta-feira, dezembro 29, 2016 by Felipe Fagundes

No comments

***

segunda-feira, dezembro 19, 2016

Não sei se o espírito natalino já deu as caras por aqui, mas, depois de ver as pessoas comprando meu conto na Amazon e lendo meu livro no Wattpad, eu fui possuído pela vontade de ESCREVER MAIS. Gente, escrever por si só já é uma atividade que aprecio demais, talvez minha favorita, porém, escrever sabendo que pessoas lerão é uma delícia dez vezes maior. Bate um medinho, bate aquela pressão, mas é bom demais quando a gente joga uma história no mundo e ela volta em forma de apoio e feedback positivo. EU QUERO VIVER PRA ISSO.

Daí que, vocês sabem, estou batalhando com Não Somos Um lá no Wattpad e meu plano de dominação mundial é colocar o livro no Top 10. Não sei se estou sendo ambicioso demais, porque as histórias nas primeiras posições estão sendo lidas por MILHARES de pessoas, mas, até o momento, NS1 tá bonitão lá entre os 40 primeiros e subindo! Eu tô satisfeito demais. Sem falar que essa ~performance~ do livro, dessa vez, é graças a vocês que estão lendo, comentando e dando os likes nos capítulos. Eu tô só de expectador.

Mas até parece que sei ficar apenas de expectador.

Para, quem sabe, dar mais um empurrãozinho em NS1, eu ando procurando outros públicos, vendo se consigo publicar em outros sites e tal, daí que descobri uma "comunidade" no Wattpad de concursos de contos cristãos e pensei "Por que não?". Pode ser que eu alcance o público crente também. O tema desse mês é Natal e AQUI ESTAMOS NÓS.


"Victória tem 15 anos e sabe muito bem o que esperar do Natal. Presentes! Comida! Família reunida! Mais presentes! O aniversário de Jesus era ótimo, todos ganhavam.
    
A coisa toda muda de figura quando sua prima favorita aparece para a ceia. Agora todos sabem sobre ela. O pai fica de cara fechada, os convidados cochicham entre si e a mãe apenas avisa: Cuidado com sua prima. Victória fica dividida e sente que precisa encontrar a resposta para aquele famoso dilema cristão: O que Jesus faria em seu lugar?
    
Todos nós sabemos que ela vai descobrir, mas fica aí o suspense se conseguiremos fazer o mesmo"

Claro que tem comédia, talvez minha marca registrada, mas esse miniconto (é mesmo curtinho) é de fato uma ficção cristã. Primeira vez que escrevo uma, vamos acompanhar. Você já pode ler na íntegra no Wattpad!




Eu escrevi em 4 dias para poder participar do concurso e foi uma grata surpresa quando descobri que o conto seria um crossover de NS1 com Gênios. Quem já conhece e gosta das histórias anteriores tem mais um motivo para curtir esse conto de Natal.

Agora deixa eu voltar para a outra história que eu estava escrevendo, porque ela não vai se escrever sozinha. Como eu disse, POSSUÍDO.

Feliz Natal! :)

Posted on segunda-feira, dezembro 19, 2016 by Felipe Fagundes

No comments

***
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...