segunda-feira, março 20, 2017


Mais um oferecimento da Lista para este blog, teve um dia que eu estava à toa com vontade de fazer alguma coisa que eu não sabia o que era. Fui fuxicar a Lista, e a resposta apareceu: ESCALADA INDOOR.

 Lizzie topou a cilada do bem

Eu não lembro quando nem como isso entrou na Lista, mas a escalada indoor, como o nome já diz, é aquela que você faz em lugares fechados, naquelas paredes artificiais. Me amarro nessas coisas que qualquer um pode fazer mesmo sendo um pseudo nerd sedentário como eu, então montei minha cilada do bem, arrastei pessoas e fui.

GENTE. É bem mais difícil do que parece.

Na primeira vez que você tenta subir nas pedras (o nome correto é agarras, mas eu chamo do que quiser) e vê que o buraco é mais embaixo, a vontade é dizer "Moço, será que rola devolver meu dinheiro?". Mas, quando você insiste, descobre que é humanamente possível.

Ou seja, é mais difícil do que parece, mas mais fácil que esse difícil -q



Me exigiu uma força no braço que eu nem sabia que tinha. No fim da aventura, meus membros superiores eram feitos de geleia. Também tem que usar uma sapatilha que aperta seu pé com aquela ponta petrificada.

(Um dos melhores momentos é quando a gente SAI DE LÁ e pode tirar a sapatilha)

MAS TÃO LEGAL. Juro.

A gente não escala no dia a dia, né? Então achei o máximo. Descobri esse Evolução em Botafogo (30 reais a diária, você pode ficar lá o dia todo até morrer) (fico umas 2h quando vou) e funcionou muito bem pra mim. Existem aquelas escaladas de altura, com cordas e tal, que você tem que chegar ao topo, mas as do Evolução são horizontais. Você vai de uma ponta da parede à outra. O percurso nem é muito longo, mas é desafiador. De 20 tentativas, acho que só consegui atravessar tudo umas 5 vezes, contando os três dias que já frequentei. Tem as paredes mais inclinadas, tem as vezes que simplesmente não há onde colocar o pé e você faz uma oração ao menino Jesus enquanto descobre como lidar, tem pedras MÍNIMAS que depois você percebe que dá para colocar o pé sim e as agarras que parecem horríveis, mas servem de encaixe para sua mão perfeitamente. Tem toda uma estratégia e técnica naquele muro (que eu ainda não descobri, risos). O chão é todo acolchoado, então ninguém morre se cair lá de cima (não é tão alto também).

É legal que tem muita gente lá que já é ninja e você percebe que existe mesmo uma técnica. As pessoas tudo doida escalando de cabeiça pra baixo. Alguns são ~escaladores~ profissionais ou sei lá o quê, e é a coisa mais fascinante do mundo ver dois deles conversando, porque você não entende NADA, parece outro idioma. "Não, porque o bidedo e não sei o que lá, usei o grigri e blábláblá e pitonei sei lá o quê". 

PITONEI. 

No horário que eu fui (à noite), sempre tem uns iniciando também, então acho bem democrático. O espaço é pequeno e às vezes a gente dá um tempinho para que os outros possam usar as paredes, mas é o tempo de espera perfeito pra você respirar e recuperar a força nos braços. Tem umas paredes mais desafiadoras que outras, há um espaço separado só para os ninjas, eu fiquei só nas básicas mesmo e achei satisfatório.

Eu pitonando com a Raquel também

É verdade que eu não vi nenhuma pessoa gorda lá, como tinha no Crossfit, então não sei se o peso é uma coisa que realmente conta. Mas tem umas pessoas que você jura que passam o dia todo no computador e têm asma, mas escalam que é uma beleza. Não precisa ser fitness pra ter sucesso.

Tudo nesse blog eu recomendo DEMAIS, né? Pode ser que a escalada não seja uma coisa para todos, mas acho que uma tentativa vale, sim. Eu me diverti a beça e adoro levar gente lá. Acho que o Evolução já pode pensar em me pagar alguma comissão. Vamos pitonar juntos, gente!

(Não faço ideia do que essa palavra significa, mas certeza absoluta que não é assim que se usa)

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Ei! O Museu do Amanhã acha que eu compartilhar minhas experiências VALE OURO (sério, ele me disse), então, se você quiser me ajudar, compartilhe esse OURO texto nas suas redes sociais para que mais pessoas possam saber que escalada indoor é legal! OURO OURO OURO
Se você é do Rio, marque um rolê, marque seus amigos me chamem, tem cara de sucesso pra mim :)

PS: Saiu no Facebook o resultado do sorteio dos Narins!

Posted on segunda-feira, março 20, 2017 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, março 16, 2017

Tenho notado que Juliana Fina Flor vem tentando derrubar minha reputação de pessoa positiva, good vibes e de bem com a vida faz um tempo, então hoje estou aqui para ajudá-la  e desmistificar  minha personalidade. Eu juro que não faço de propósito, mas às vezes (sempre) eu acabo me colocando como um ser de luz, paz e amor na internet. A Juliana me conhece fora daqui, então ela sempre fica A-HÁ! VIU? VOCÊ NÃO É TÃO GOOD VIBES COMO DIZ! cada vez que eu respiro perto dela. Resolvi abrir o jogo logo.

VAMOS LÁ.

Eu sou gente. Já começa por aí o escorrego na bacia.

Eu não aplaudo o sol de verdade. Na verdade, alguém faz isso? Eu adoraria presenciar esse momento. Gosto muito de acordar cedo, total sou uma pessoa da manhã e dou meu reino por um dia de sol onde eu possa dar uns rolês ao ar livre, mas aplaudir mesmo eu nunca fiz não.

Eu realmente gosto das segundas-feiras? Verdade. Nossa, acho que é meu dia favorito. Me bate aquela sensação de recomeço, de tudo é possível, de que eu sou uma pessoa completamente nova e capaz. É o dia que eu ressuscito todos os meus projetos especiais e começo a assistir séries novas.

Chego no trabalho cantando. Só não danço porque não sei. Mas é porque eu vivo cantando, então eu chego cantando em TODO LUGAR. Em casa, no ônibus, na igreja, no hospital, no cemitério...

Eu gosto da ideia de uma criança, mas, entre todos os tipos de pessoa, é um dos meus menos favoritos. Gosto de ouvir e ler histórias sobre crianças, acho bonitinhas as fotos e tal, mas não rola muita interação quando estamos no mesmo recinto. Prefiro evitar. Eu finjo que não estou vendo quando uma criança aleatória no colo de alguém começa a brincar comigo. Tenho pavor quando chega alguém com um bebezinho e fala OLHA AQUI O TIO FELIPE, DÁ OI PRO TIO FELIPE. Fico total sem reação, acho que a pessoa quer que eu faça aquela vozinha infantil, mas só por cima do meu cadáver.

Me importo com a natureza menos do que deveria. 

Não sou apaixonado por animais, mas tenho amigos que são. De vez em quando, eu me encanto por um bicho ou outro, mas aquelas campanhas de SALVEM OS ANIMAIS nunca tocam meu coração. Acho que eu sou mais de salvar pessoas mesmo, mas super de boas vocês salvarem quem vocês quiserem.



Eu fui muito ogro numa vida não muito distante dessa, então de vez em quando cometo algumas ogrices. Na verdade, às vezes eu faço um esforço real para ser gentil e tranquilo, mas azar de vocês que me encontram quando estou muito cansado, pois não sobra energia para muitas gentilezas.

Amo gente, mas há pessoas que são umas chatas do caramba mesmo. Evito mais que crianças.

Realmente detesto violência. Qualquer arremedo de briga e discussão acalorada já me dá um desgaste emocional muito grande, então evito o Facebook sempre que possível, me retiro do recinto e tudo. Acho que eu sou mais pacífico do que deveria. Não gosto de ver ninguém sendo punido, mesmo quando a pessoa supostamente merece.

Peguei um ranço enorme de sarcasmo. ENORME. Aliás, ranço é uma coisa que me pertence, ainda não alcancei a iluminação suficiente para me livrar dele.

Não sou VISIVELMENTE feliz, sabe? Eu sei que, quando escrevo, passo a impressão de ser um labrador humano, de que ando sorrindo na rua (às vezes eu ando mesmo), falo com todo mundo e abraço desconhecidos, mas sou bem na minha. Em muitos lugares que frequento, as pessoas acham que sou mudo. Meu chefe dia desses disse que sou "sombrio".

Eu gosto muito de me jogar de cabeça nessas coisas de Jesus, mas aparentemente é muito incomum um cristão botar em prática o que Cristo disse, daí as pessoas ficam ADMIRADAS com meu comportamento, às vezes. Como se eu estivesse inventando alguma novidade, sendo que Jesus já fez e disse tudo há mais de dois mil anos.

Pra desmistificar mais ainda, já contei sobre minha vida comum e sobre meus defeitos. Agora venham me abraçar pois nóis é tudo humano.

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ESTÁ FELIZ, JULIANA? EU ESPERO QUE SIM.

PS: O título do post veio deste tweet da Lilian, pois me fez rir demais.

Posted on quinta-feira, março 16, 2017 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, março 13, 2017

QUEM ESTÁ SE SENTINDO COM SORTE?

Porque chegou o dia de você que tem rinite, sinusite e outros problemas horrorosos de nariz poder finalmente ter o seu Narin como eu prometi!



Eu tenho dois Narins para sortear e vai ser aquele sorteio de raiz com o Random.org mesmo. Algumas pessoas já conseguiram chances extras comentando lá na página do Facebook, mas é aqui que a coisa está valendo de verdade.

REGRAS: não há regras.

Mentira.

Você precisa:

1) Comentar qualquer coisa aí nos comentários que deixe claro que você quer seu nome no sorteio.
2) Ter endereço de entrega no Brasil.

Só. Não precisa compartilhar nada, nem curtir nada, só mandar aquele QUERO aqui neste post.

Assim, qualquer pessoa pode participar, mas eu ficarei mais feliz se quem estiver participando for MESMO usar o produto ou dar para alguém que realmente precisa. São duas oportunidades de mudar a vida de duas pessoas de fato, gente. Se você pretende deixar o Narin pegando pó na sua casa, poxa, segue em frente, tem outros sorteios.

Ok? Então ok. Inscrições até sábado 18/03. Resultado na segunda dia 20 na página do Facebook!

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Se você não faz ideia do que se trata Narin e lavagem nasal, eu já escrevi sobre isso aqui e fiz um vídeo aqui.

Boa sorte!

Posted on segunda-feira, março 13, 2017 by Felipe Fagundes

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segunda-feira, março 06, 2017

Eu nunca dei muita bola pra comida. Eu sei, isso é motivo para vocês soltarem um NOOOOOSSA. As pessoas tendem a ser muito apaixonadas por comida, e eu nunca pude participar do rolê. Às vezes, sinto que como apenas para sobreviver. Tem dias que eu nem janto por pura preguiça. Quando eu invento de almoçar com os colegas de trabalho e eles ficam naquela indecisão para escolher o restaurante, eu vou falando na ordem do mais perto para o mais longe. Porque, pra mim, realmente tanto faz.

Acho até engraçado quando surgem aquelas conversas sobre comida, e as pessoas ficam “Humn, eu faço um canelone que, olha, QUE CANELONE” (nem sei o que é canelone), “E aquela costelinha do restaurante X? Deliciosa”, “Nossa, teve uma vez que eu comi um ensopado de peixe que foi o melhor de toda minha vida”. Eu fico mudo, porque, gente, é só comida. Galera fala como se fosse uma EXPERIÊNCIA TRANSCENDENTAL e até brigam sobre se fica melhor com bacon ou sem bacon. Nem sei identificar direito um bacon.

Claro que eu sinto o gosto das coisas (risos) e tenho lá minhas preferências, mas tá aí um assunto com o qual eu pouco me importo.

Quer dizer, que eu pouco me importava. Vocês sabem que, quando eu entro no recinto, as pessoas falam “chegou o viciado nas experiências” (mentira) , então fiquei curioso para ter minha própria EXPERIÊNCIA TRANSCENDENTAL. Vai que eu estava perdendo alguma coisa? Foi aí que fui no Twitter e gritei GENTE, QUERO COMER COMIDAS BOAS. ME SALVEM. Terminei com uma lista com mais de 10 restaurantes/lanchonetes e agora é minha missão na Terra comer de tudo de bom que há no mundo. Chamo pretensiosamente de Tour Gastronômico.

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Quando a Ju sugeriu comida japonesa, eu achei meio ARGH. Meio que nunca comi nenhuma dessas comidas de outros países, nenhuma mesmo, elas sempre me pareceram super estranhas, mas, se estamos na chuva... Fomos.

Dizem que comida japonesa é algo difícil de amar de primeira, o preço salgadinho também não ajuda muito, então elas, Ju e Rute, pediram o trem pequeno para eu experimentar. Gente, você olha assim e, apesar de ser visualmente bonito, nada parece de comer.



Leigos falando aqui, não sei o nome de nada, e a primeira coisa que mordi (Ju disse ser um Hot Philadelphia) (cadê o nome japonês?) tinha um gosto de HAMBÚRGUER PODRÃO DA ESQUINA. Posso estar equivocado, mas acho que os cozinheiros não estavam esperando essa reação. Meu paladar refinado etc. Uma delícia Hahahahah Nossa, se não é o podrão, não faço ideia do que tem naquele troço.

Eu nem gosto de peixe, mas aparentemente tudo ali tem peixe e cru ainda por cima. Bate aquele nojo quando a gente pensa a respeito, mas na real? Nem senti peixe ali. Deve ser muito temperado, tem o molho shoyo e o wasabi para ficar ainda com mais sabor, não senti mesmo o peixe.

Tem muita coisinha com arroz, tem aquelas peçonas gordas de sushi de salmão, camarão e atum (basicamente é um bolinho de arroz com um salmão/camarão/atum jogado em cima, achei preguiçoso) que você tem que enfiar tudo na boca. Só o camarão que achei meio ~incomum~ porque vai com rabinho e tudo pra dentro da nossa boca.

Tinha um trem de alga também, que foi o único momento que parei e fiquei “Ai, gente…”. É uma comida PRETA. Não marrom, tipo feijão, mas PRETA mesmo. Deve ser criada em laboratório. Acabou que tinha o mesmo gosto delicinha de todo o resto.

Daí chegou o momento em que mordi o bolinho de salmão, que parece um salgadinho comum até você morder, e, gente, ele é o que eu vou ficar dizendo nas conversas sobre comidas “Menina, comi uma vez um BOLINHO DE SALMÃO”. Jesus Cristo, como uma comida pode ser tão boa? Custa os olhos da cara uma porção pequena, e a gente fica refletindo “Imagina uma coxinha disso”. Ele nem tem cara de comida japonesa, mas foi o que ganhou meu coração. Vai ver existe mesmo essa coisa de EXPERIÊNCIA TRANSCENDENTAL.

Já faz mais de dois meses que fui nesse restaurante e ainda estou falando dele. Mestre Kami fica na Lapa, é meio apertadinho e todos os pratos têm nome de personagens do Dragon Ball Z. Achei sucesso e recomendo. Mas não saiam de lá sem provar o bolinho de salmão.

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Se você conhece algum lugar no Rio de Janeiro que tem AQUELE prato especial que é o melhor do estado, favor indicar que agora eu tô doido pra conhecer.

Posted on segunda-feira, março 06, 2017 by Felipe Fagundes

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quinta-feira, março 02, 2017


Estou dando uma de besta e rabiscando uma coisa chamada Projeto Moana, que vocês podem ter uma ideia do que se trata lendo aquele outro texto que publiquei sobre a lição transformadora de vidas que tirei do filme. Daí que, enquanto eu estava pensando em SAIR DA MINHA ILHA, fiz uma coisa totalmente na contramão neste Carnaval: fiquei 5 dias confinado com minha rapeize num retiro da igreja.

Gente, 5 dias offline, com mais ninguém no mundo além deles. SOCORRO.

Verdade seja dita, eu gostei bastante, mas outro dia entro em detalhes. O fato é que, com CINCO DIAS trancafiado dentro da ilha, eu tive que me defender o tempo todo. Foi meio desgastante.

Era impossível fugir das conversas de "e as namoradinhas?" e "Quantos anos você tem que ainda não casou?" quando os casais estavam todos ali ajeitadinhos. Também não tinha como impedir que todos apontassem pra mim como a alma solitária, triste e doente quando todo mundo resolvia se juntar para virar a noite numa farra e eu preferia ir dormir ou ver série.

Talvez você pense: Mas, ai, Felipe, foi para o retiro ver série podendo conversar com as pessoas ao redor, fazer amizades e se entrosar mais?

Sim. Risos.

Gente, que conversas CHATAS. Sou uma pessoa totalmente diurna, mas, se o evento noturno vale a pena, eu até faço um esforço. Esses não valiam. As conversas bestíssimas girando em torno de quem gostava de quem, quem ia ficar com quem (amo crente), brincadeiras infantis... Me sinto um idoso de 72 anos falando isso, mas, sério, Deus me livre. Eu me sinto muito deslocado no meio de mais de 10 pessoas, ainda mais quando elas parecem falar outra língua. Não dá pra falar de livros, de seriados, de experiências da vida (todo mundo mais novo que eu, ninguém saiu da ilha), de cultura pop, ninguém sabe o que é Twitter, acham que a internet é o Facebook, que Jesus é igreja, é uma morte horrível às vezes.

Tava lembrando da última vez que fui dormir antes de todo mundo porque não queria participar de uma brincadeira projetada para arrumar par para todo mundo no retiro, e uma pessoa veio falar comigo.

- Mas, Felipe, o que você vai contar para os seus netos?

Antes de tudo, nem netos eu acho que terei. Risos. Mas apenas desconversei, sabe? Eu poderia responder que, bom, talvez eu possa contar daquela vez que saltei de um tronco de 12 metros e me agarrei num trapézio. Ou sobre quando eu entrei num barco que passou embaixo de uma cachoeira ou quando enfiei mais de 20 pessoas dentro de um ônibus chique para doar sangue. DUAS VEZES. Também poderia contar que vi Lázaro Ramos e Taís Araújo glorificados em cima de um palco e que patinei no gelo, andei de Kart, escrevi um livro, participei de uma corrida de obstáculos, fiz trilhas, fiz rapel, visitei lugares, experimentei comidas diferentes, virei compositor, fiz um monte de amigos e sabe lá mais o que farei até de fato ter meus netos hipotéticos. Eu honestamente acho que é um currículo de avô bastante interessante. Eu ia querer ser meu neto.

O problema de estar na ilha é esse. Você não quer fazer as mesmas coisas que todo mundo faz, então a impressão que fica é que você não faz NADA, que você tem NADA, que sua vida é um NADA. Mas não é verdade, a gente tem sempre que ter isso em mente. As pessoas não fazem mesmo por mal, pelo menos as daqui gostam muito de mim, mas o tempo todo vão vir as alfinetadas, as perguntas para nos deixar desgraçados da cabeça, a realidade para nos deixar miseráveis desejando coisas que nem queremos de verdade...

Não tenho paciência para ficar me justificando o tempo todo, às vezes a melhor resposta é um "ata" da Mônica, mas acho que vou literalmente imprimir minhas realizações pessoais pra distribuir quando a banca avaliadora da minha vida aparecer no retiro da igreja do ano que vem. Ou isso ou já ser Moana o suficiente para passar o Carnaval num lugar totalmente diferente com gente que realmente me entende, com quem eu passaria noite adentro gargalhando e conversando.

Posted on quinta-feira, março 02, 2017 by Felipe Fagundes

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